As pupilas alongadas dos olhos de Lilith se expandiram e ela tomou fôlego profundo e áspero enquanto o poder do cristal perfurava sua pele, conectando-se ao poder que já controlava. O poder subiu pela figura dela, fazendo seus velhos ossos racharem e se restabelecerem. Enquanto ela lentamente ficava de pé, sua pele enrugada ficou lisa e num tom de opala branco com variantes verdes doentias. — Sabe querida, não me importo com demônios se devorando — uma voz disse, à direita dela. — Mas quando você começa a implicar com crianças, até com crianças demônios que só querem brincar de Peter Pan... é quando eu me importo. Lilith rodopiou e encarou o bonitão de cabelos louros platinados e olhos vibrantes de ametista. Ela pressentiu um clarão de poder que não era dela e em segundos um muro maciço

