CAPÍTULO NOVE O sol nascia por cima do horizonte e, sem praticamente mais nenhum segundo para desperdiçar, Ceres galopou pelos portões do palácio, saltou do cavalo nos estábulos reais e correu em direção ao campo de treinos do palácio. Quando ela estava quase a meio caminho, ela notou que a sua espada lhe roçava na perna e ela parou. Será que alguém iria ver a sua espada e talvez até mesmo roubá-la se ela a levasse? Ela sabia que não havia tempo e que poderia ser despedida por estar atrasada, mas sob nenhuma circunstância ela se poderia dar ao luxo de perder aquela espada. Tão rápido quanto os seus pés a conseguiam levar, ela correu de volta até ao chalé do ferreiro e, encontrando o lugar vazio, ela subiu a escada para o sótão. Ali, por detrás de uma pilha de pranchas velhas e galhos tor

