― Não se preocupe que o embaixador de Malta já se encarregou disso antes de virmos embora. ― Vamos para a embaixada dos E.U.A? ― Perguntei surpreendido. ― Não, mas quem é que falou nisso? ― Perguntou ao descermos a escadaria do avião. ― Ele reservou-nos um hotel que fica próximo do centro, junto ao rio. Como já era tarde, decidimos apanhar um táxi e atravessando a cidade, quase vazia àquela hora e iluminada por uns escassos candeeiros de rua, chegámos às portas do hotel. ― Boa noite, estávamos à vossa espera. ― Boa noite, estão abertos até tão tarde? ― Perguntei, admirado, pois quem nos abriu a porta não parecia ser o rececionista. ― Não, mas abrimos uma exceção a vocês. O vosso quarto está pronto. Fica ao cimo das escadas, do lado direito. Subimos e para nossa surpresa, era um quar

