Nos quartos, o cuidado pós-tempestade de amor...
Um por um, os homens se levantaram devagar, observando suas mulheres ainda estiradas, completamente entregues e com os corpos marcados pelo prazer que viveram.
João, encostado na cama, passou a mão no cabelo bagunçado da Renata e sorriu.
— Fique aí deitadinha, minha delícia. Vou preparar um café da manhã pra você.
Ela abriu um olho, tentando sorrir mesmo com as pernas travadas.
— Tá bom... não tenho opção, né? Já que você acabou comigo... como que eu vou levantar daqui?
Ele gargalhou, aquele sorriso sádico e safado estampado no rosto.
No quarto ao lado, Leandro acariciava os cabelos de Luísa, que resmungava manhosa.
— Fique aí, amor, quietinha. Vou preparar um café pra minha princesinha.
— Acho justo, né... me deixar destruída e depois sair andando como se nada?
Ele riu alto.
— Tô te mimando, tá vendo? Fica aí... Eu volto com comida e com mais saudade.
Caio, abraçado a Isadora, beijou seu ombro e murmurou:
— Você não sai daí. Já volto. Café da manhã pra minha mulher.
— Nem se eu quisesse... tô parecendo uma boneca de pano quebrada...
— E ainda tá linda assim. Aguarde. — respondeu com um beijo carinhoso, mas com aquele olhar que prometia mais castigo carinhoso depois.
Otávio, o mais sádico da manhã, sussurrou no ouvido de Kelly, que ainda arfava.
— Fique aí... Deitadinha... Que eu vou cuidar de você.
— Amor... sério... minhas pernas estão gritando socorro.
— Elas que lutem. Vou cuidar de você e te deixar pior mais tarde.
Ela riu, manhosa, jogando o travesseiro nele.
Marcos estava sentado ao lado de Carla, sorrindo com ternura. O clima entre eles era quente, mas leve.
— Vou preparar seu café.
Ambos riram juntos, cúmplices.
Na cozinha: o reencontro dos ciumentos...
Um a um, os homens foram chegando na cozinha, com o cabelo ainda bagunçado e os sorrisos carregados de malícia e orgulho.
João foi o primeiro a falar, rindo e pegando frutas:
— p***a, mano... que noite.
Leandro respondeu de imediato, rindo também:
— Pô, na moral... que noite e que manhã, né?
Caio riu alto, pegando uma tábua de madeira:
— Minha mulher tá fraquinha... tadinha. Mas também, quem mandou me deixar louco de ciúme?
Otávio chegou por trás, pegando potinhos de geleia:
— A minha tá lá... igual uma estátua. Assim que é bom. Calminha.
Eles gargalharam juntos.
Marcos, que era o mais tranquilo, comentou rindo:
— Vocês tão demais. Mas confesso... fui um pouquinho contaminado. Peguei um ciúminho leve.
Todos riram mais ainda.
João pegou um pratinho com pães:
— Vou preparar uma tábua linda pra minha mulher. Vou ficar o dia todo lá com ela, paparicando... e matando mais saudade. Deixando ela ainda mais fraca. Só assim ela aprende.
Leandro completou:
— Hoje eu não saio daquele quarto nem se o mundo acabar.
Otávio, com aquele olhar de sempre:
— A Kelly que se prepare. Ainda é só o começo.
Todos montavam as tábuas, caprichando nas frutas, sucos, pãezinhos, chocolates, e até flores improvisadas no canto.
Gargalhadas, provocações e cumplicidade masculina preenchiam o ambiente, enquanto o cheirinho de café e carinho invadia a casa.
Enquanto isso... no grupo “🔥As Safadinhas🔥” no WhatsApp
Os celulares começaram a vibrar nos travesseiros, uma por uma pegando com dificuldade, rindo de si mesmas, sentindo o corpo ainda entregue ao prazer da noite (e manhã) anterior.
Kelly foi a primeira a mandar mensagem, digitando com um sorrisinho manhoso:
Kelly:
“Meninas, pelo amor de Deus… que delíciaaaa! O Otávio ontem tava mais do que sádico, gente! Não só ontem, como agora também. Eu tô toda dolorida, não consigo nem mexer as pernas.”
Luísa digitou logo em seguida, rindo:
Luísa:
“Amigaaaaa! Menina, o Leandro parecia possuído! Eu nunca vi ele daquele jeito! Acho que vou provocar mais ciúme de propósito. Tô fraca, toda dolorida... e querendo mais.”
Renata:
“O João quase me desmontou. Socorro! Eu pisquei e ele já tava me devorando outra vez. Hoje eu não levanto dessa cama nem com guindaste.”
Isadora:
“Gente, o Caio? O Caio virou um selvagem! Eu tô tremendo até agora... Sério, eu tô derretendo aqui e com medo de pedir água e ele vir com outra coisa.”
Todas mandaram figurinhas de bonequinhas desmaiadas, carinhas apaixonadas e risadas.
Carla entrou no papo com seu jeitinho debochado:
Carla:
“Até parece que a gente não gosta, né? Tão falando tudo isso mas a cara de satisfação tá igual pra todo mundo!”
Kelly:
“Adorooooo! Tá doendo, mas quero mais. Muito mais!”
Luísa:
“Tava precisando, amigas! Isso sim é amor com raiva boa!”
Renata:
“O castigo de hoje vai ser esse: ficar deitada aqui com as pernas moles e eles aproveitando da nossa fraqueza a cada oportunidade.”
Isadora:
“E eu aqui sorrindo igual boba... pensando: será que ele quer repetir daqui a pouco?”
Carla:
“Querem sim! Todos! A gente tá lascada! E amando cada segundo!”
Todas enviaram áudios rindo alto, quase chorando de tanto dar risada, algumas gemendo só de se mexer na cama, trocando figurinhas engraçadas e áudios suspirados.
O grupo estava quente, animado e recheado de confissões gostosas. Uma sororidade sensual e deliciosa unia aquelas mulheres que sabiam exatamente o poder que tinham… e o quanto estavam sendo amadas e desejadas.