Manhã quente 🔥

893 Palavras
Nos quartos, o cuidado pós-tempestade de amor... Um por um, os homens se levantaram devagar, observando suas mulheres ainda estiradas, completamente entregues e com os corpos marcados pelo prazer que viveram. João, encostado na cama, passou a mão no cabelo bagunçado da Renata e sorriu. — Fique aí deitadinha, minha delícia. Vou preparar um café da manhã pra você. Ela abriu um olho, tentando sorrir mesmo com as pernas travadas. — Tá bom... não tenho opção, né? Já que você acabou comigo... como que eu vou levantar daqui? Ele gargalhou, aquele sorriso sádico e safado estampado no rosto. No quarto ao lado, Leandro acariciava os cabelos de Luísa, que resmungava manhosa. — Fique aí, amor, quietinha. Vou preparar um café pra minha princesinha. — Acho justo, né... me deixar destruída e depois sair andando como se nada? Ele riu alto. — Tô te mimando, tá vendo? Fica aí... Eu volto com comida e com mais saudade. Caio, abraçado a Isadora, beijou seu ombro e murmurou: — Você não sai daí. Já volto. Café da manhã pra minha mulher. — Nem se eu quisesse... tô parecendo uma boneca de pano quebrada... — E ainda tá linda assim. Aguarde. — respondeu com um beijo carinhoso, mas com aquele olhar que prometia mais castigo carinhoso depois. Otávio, o mais sádico da manhã, sussurrou no ouvido de Kelly, que ainda arfava. — Fique aí... Deitadinha... Que eu vou cuidar de você. — Amor... sério... minhas pernas estão gritando socorro. — Elas que lutem. Vou cuidar de você e te deixar pior mais tarde. Ela riu, manhosa, jogando o travesseiro nele. Marcos estava sentado ao lado de Carla, sorrindo com ternura. O clima entre eles era quente, mas leve. — Vou preparar seu café. Ambos riram juntos, cúmplices. Na cozinha: o reencontro dos ciumentos... Um a um, os homens foram chegando na cozinha, com o cabelo ainda bagunçado e os sorrisos carregados de malícia e orgulho. João foi o primeiro a falar, rindo e pegando frutas: — p***a, mano... que noite. Leandro respondeu de imediato, rindo também: — Pô, na moral... que noite e que manhã, né? Caio riu alto, pegando uma tábua de madeira: — Minha mulher tá fraquinha... tadinha. Mas também, quem mandou me deixar louco de ciúme? Otávio chegou por trás, pegando potinhos de geleia: — A minha tá lá... igual uma estátua. Assim que é bom. Calminha. Eles gargalharam juntos. Marcos, que era o mais tranquilo, comentou rindo: — Vocês tão demais. Mas confesso... fui um pouquinho contaminado. Peguei um ciúminho leve. Todos riram mais ainda. João pegou um pratinho com pães: — Vou preparar uma tábua linda pra minha mulher. Vou ficar o dia todo lá com ela, paparicando... e matando mais saudade. Deixando ela ainda mais fraca. Só assim ela aprende. Leandro completou: — Hoje eu não saio daquele quarto nem se o mundo acabar. Otávio, com aquele olhar de sempre: — A Kelly que se prepare. Ainda é só o começo. Todos montavam as tábuas, caprichando nas frutas, sucos, pãezinhos, chocolates, e até flores improvisadas no canto. Gargalhadas, provocações e cumplicidade masculina preenchiam o ambiente, enquanto o cheirinho de café e carinho invadia a casa. Enquanto isso... no grupo “🔥As Safadinhas🔥” no WhatsApp Os celulares começaram a vibrar nos travesseiros, uma por uma pegando com dificuldade, rindo de si mesmas, sentindo o corpo ainda entregue ao prazer da noite (e manhã) anterior. Kelly foi a primeira a mandar mensagem, digitando com um sorrisinho manhoso: Kelly: “Meninas, pelo amor de Deus… que delíciaaaa! O Otávio ontem tava mais do que sádico, gente! Não só ontem, como agora também. Eu tô toda dolorida, não consigo nem mexer as pernas.” Luísa digitou logo em seguida, rindo: Luísa: “Amigaaaaa! Menina, o Leandro parecia possuído! Eu nunca vi ele daquele jeito! Acho que vou provocar mais ciúme de propósito. Tô fraca, toda dolorida... e querendo mais.” Renata: “O João quase me desmontou. Socorro! Eu pisquei e ele já tava me devorando outra vez. Hoje eu não levanto dessa cama nem com guindaste.” Isadora: “Gente, o Caio? O Caio virou um selvagem! Eu tô tremendo até agora... Sério, eu tô derretendo aqui e com medo de pedir água e ele vir com outra coisa.” Todas mandaram figurinhas de bonequinhas desmaiadas, carinhas apaixonadas e risadas. Carla entrou no papo com seu jeitinho debochado: Carla: “Até parece que a gente não gosta, né? Tão falando tudo isso mas a cara de satisfação tá igual pra todo mundo!” Kelly: “Adorooooo! Tá doendo, mas quero mais. Muito mais!” Luísa: “Tava precisando, amigas! Isso sim é amor com raiva boa!” Renata: “O castigo de hoje vai ser esse: ficar deitada aqui com as pernas moles e eles aproveitando da nossa fraqueza a cada oportunidade.” Isadora: “E eu aqui sorrindo igual boba... pensando: será que ele quer repetir daqui a pouco?” Carla: “Querem sim! Todos! A gente tá lascada! E amando cada segundo!” Todas enviaram áudios rindo alto, quase chorando de tanto dar risada, algumas gemendo só de se mexer na cama, trocando figurinhas engraçadas e áudios suspirados. O grupo estava quente, animado e recheado de confissões gostosas. Uma sororidade sensual e deliciosa unia aquelas mulheres que sabiam exatamente o poder que tinham… e o quanto estavam sendo amadas e desejadas.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR