Passaram-se mais três meses. Kelly agora estava com oito meses de gestação, e sua barriga parecia ter crescido da noite pro dia. Estava enorme, pesada, marcando cada curva da maternidade que florescia ali dentro. Ela m*l conseguia andar, m*l conseguia levantar da cama sem ajuda. E Otávio… ele estava ali. Sempre. Ele era as pernas dela, os braços dela, o suporte em tudo. Acordava cedo, preparava o café da manhã , penteava o cabelo da lara e do noah com um jeitinho todo atrapalhado, mas amoroso. Levava e buscava na escola, e era nesse trajeto que se permitia sair de perto da esposa — e mesmo assim, por pouco tempo. — Meu amor, vou rapidinho — dizia ele, beijando a testa de Kelly antes de sair. — Já volto. Ela sorria, mesmo cansada, mesmo inchada, com o corpo dolorido. — Vai com calma,

