A manhã nasceu calma e preguiçosa, com o sol beijando suavemente as janelas do quarto. Kelly despertou lentamente, ainda envolta no calor dos lençóis e da lembrança da noite passada. Rafael, ao seu lado, a puxou para perto, colando seu corpo ao dela. — Ai, meu amor... — ele sussurrou rouco. — Você quer reviver a noite de ontem, hein? Ainda sinto seu gosto na minha boca... mais ele ta sumindo sabe? Preciso saborear você de novo... Ela sorriu maliciosa, abrindo os olhos devagar. — Hm... que delícia... então vem me provar, então. Eles gargalharam juntos, e Rafael subiu sobre ela, beijando com devoção cada centímetro de sua pele, descendo até sua i********e. A língua dele era um carinho quente, um pecado que a fazia se derreter inteira, gemendo, arqueando-se no arco do amor inúmeras vezes.

