As meninas estavam deitadas nas espreguiçadeiras, sob o sol quente da manhã, olhos fechados, corpos relaxados e perfumados com bronzeador. O som das ondas ao fundo se misturava ao leve murmúrio do vento e ao riso baixo delas, que dividiam cochichos e piadas preguiçosas.
De repente, cada uma sentiu uma sombra cobrir seu rosto e um toque quente e familiar se aproximar.
Otávio se debruçou sobre Kelly, com um sorriso encantado nos lábios, e deixou um beijo suave no ombro dela antes de murmurar:
— O que você acha da gente descer pra praia, meu amor? Vamos aproveitar o último dia?
Kelly abriu os olhos devagar, sorriu preguiçosa e respondeu:
— Ah, eu não quero voltar...
Ele sorriu e deixou um beijo gostoso no pescoço dela:
— A gente sabe... mas fazer o quê? Não temos escolha.
Ela suspirou e murmurou com carinho:
— Promete que a gente volta aqui nas próximas férias?
— Prometo. Mas agora, vamos aproveitar?
— Vamos... disse ela, se espreguiçando devagar.
Marcos encostou o corpo ao lado da Carla, a abraçou por trás e beijou sua nuca com carinho.
— E aí, gata... que tal a gente descer pra praia? Último dia, hein...
— Ah, eu não quero ir embora, respondeu Carla, fazendo biquinho.
— A gente também não, ele disse, sorrindo e acariciando a cintura dela. — Mas não temos escolha.
— Você jura que a gente volta?
— Juro. Voltar com você é sempre melhor que vir sozinho.
Ela riu e se levantou, animada.
João se abaixou ao lado de Renata, tirou o óculos de sol dela devagar, só pra ver os olhos que ele tanto amava, e disse baixinho:
— Amor... praia? Último dia, bora aproveitar?
— Ah, não quero ir embora, murmurou Renata, puxando-o pela camisa.
Ele beijou o pescoço dela, com aquele jeito que só ele sabia:
— Eu sei... mas depois a gente volta. Eu prometo.
— Tá bom, ela disse, sorrindo. — Mas vai ter que cumprir, viu?
Leandro chegou perto da Luísa e se deitou ao lado dela, apoiando o queixo no ombro bronzeado da namorada.
— Ei, minha sereia... bora pra praia? Último dia...
— Aiii, nem fala isso... não quero voltar, disse ela manhosa.
— Nem eu... mas fazer o quê? Ele beijou a clavícula dela com carinho. — Prometo que voltamos nas férias.
— Então tá... mas você prometeu!
Caio nem pediu licença. Se jogou ao lado da Isadora, passou o dedo pela barriga dela, que estava coberta de bronzeador, e a beijou de leve.
— Vambora, amor... último dia de praia, bora aproveitar juntos?
— Eu queria morar aqui...
— Eu também. Mas, por enquanto, a gente volta nas férias, fechado?
— Fechado, ela respondeu, com um sorriso bobo.
As meninas se levantaram devagar, esticando os corpos bronzeados e brilhantes. Já estavam todas de biquíni, então só entraram rapidinho na casa pra pegar uma bolsa com toalhas, protetor solar, bronzeador e uma garrafinha d’água.
De mãos dadas, rindo e conversando, os casais desceram caminhando até a praia. Era perto, e ninguém quis gastar gasolina. Eles queriam curtir cada minuto daquele último dia, com o sol, o mar... e o amor.
A água estava morna, cristalina e convidativa. A praia, praticamente deserta, parecia ter sido feita só para eles naquele dia perfeito. Os seis casais riam como adolescentes, mergulhando, se molhando, se abraçando.
Kelly e Otávio estavam enlaçados, brincando de empurrar um ao outro levemente na água. Ele levantava ela no colo e girava, os dois rindo como se o tempo tivesse parado.
Luísa e Leandro mergulhavam de mãos dadas e depois voltavam à tona sorrindo, os cabelos molhados, os olhos brilhando de desejo e carinho.
Renata e João se beijavam devagar, ali mesmo, no meio do mar, enquanto ele fazia carinho nas costas dela com as pontas dos dedos.
Isadora e Caio se molhavam como se estivessem em uma dança, rindo alto, trocando olhares cúmplices. Ele puxava ela pela cintura e ela se jogava nos braços dele com leveza.
Carla e Marcos ficaram mais reservados, mas não menos apaixonados. Ele colava sua testa na dela, e ela sorria de olhos fechados, sentindo o toque dos dedos dele acariciando suas coxas sob a água.
Depois de um tempo se refrescando, todos subiram juntos de volta pra areia. Os meninos foram até um quiosque e voltaram carregando baldes de cerveja gelada e porções generosas de batata frita, que exalavam aquele cheiro irresistível de praia. As meninas se deitaram nas cangas, espalhadas sob o sol, deixando os biquínis valorizarem cada curva. Os olhos dos namorados não desgrudavam delas.
Otávio, com a cerveja na mão, observava Kelly deitada de bruços, o biquíni cavado realçando seu corpo dourado pelo sol. Ele sorriu quando ela se virou de leve e disse com voz manhosa:
— Amor, passa bronzeador nas minhas costas? E na b***a também, por favor.
Otávio riu, se abaixou, colocou um pouco do produto nas mãos e começou a massagear devagar, fazendo movimentos circulares.
— Ai, meu amor... que t***o da porra..., ele sussurrou no ouvido dela, colando o peito nas costas dela.
Kelly soltou uma risada gostosa e respondeu com malícia:
— Vai ficar com muito mais então...
Ele mordeu de leve o lóbulo da orelha dela e continuou a espalhar o bronzeador como quem aproveita cada segundo.
Luísa virou para Leandro, com aquele sorrisinho preguiçoso e sensual:
— Você passa nas minhas costas também, mô?
— Com o maior prazer, ele respondeu, já se ajoelhando ao lado dela.
E enquanto suas mãos deslizavam pelas costas e pelas curvas da namorada, ele murmurava:
— Você não tem noção do quanto eu amo te tocar assim...
Renata olhou pra João, que nem esperou ela pedir. Pegou o frasco e falou com aquele sorriso safado:
— Vira aí, meu amor... deixa eu cuidar de você.
Ela riu e deitou de bruços, e ele começou a espalhar o bronzeador com calma, fazendo carinho junto, beijando de leve a pele quente dela.
Isadora provocou Caio:
— Se você passar direitinho, pode ser que eu te recompense mais tarde...
— Então eu vou caprichar, ele respondeu, massageando cada pedacinho com carinho e desejo.
Carla, sem dizer uma palavra, apenas entregou o frasco pro Marcos e mordeu os lábios. Ele entendeu o recado na hora, e sem dizer nada, se dedicou a deixar cada centímetro da pele dela perfeitamente coberta — e muito bem tocada.
Ali, com o sol batendo, a brisa suave e o som do mar, os casais estavam entregues. Era o último dia... e eles sabiam que aquele momento ia ficar pra sempre na memória — e no corpo.
Enquanto a noite caía, os casais se aconchegavam pela sala, com o clima leve e cheio de amor. Carla sorriu olhando nos olhos de Marcos, que não conseguiu esconder o brilho no olhar.
— Sabe, Carla, ele começou, a melhor parte dessa viagem foi a gente ter se conhecido aqui. Inacreditável... como eu sou completamente apaixonado por você.
Ela sorriu, corando um pouco, e respondeu:
— E eu por você, Marcos. Nossa vida agora vai começar — faculdade, morar junto... m*l posso esperar.
Marcos apertou a mão dela e disse:
— Eu também. Vai ser só a gente contra o mundo.
Perto dali, Leandro e Luísa trocaram olhares cheios de cumplicidade. Ele segurou a mão dela e falou:
— Essa viagem mostrou que a gente tá pronto pra esse passo. Morar junto vai ser incrível, Luísa. Vamos começar essa vida juntos agora.
Luísa assentiu, com o sorriso iluminado:
— Sim, Leandro. Vai ser nosso novo começo.
Renata, sentada no colo de João, acariciou o rosto dele e falou baixinho:
— Nunca imaginei que a gente chegaria tão longe assim tão rápido. Morar junto... é quase um sonho.
João a puxou para um beijo suave:
— É o começo de tudo pra gente, Renata. Tô animado pra essa nova fase.
Isadora e Caio, mais quietos, se entreolharam com carinho. Ele quebrou o silêncio:
— Morar junto vai ser diferente, né?
Ela sorriu e respondeu:
— Mas a gente vai se virar. E com você, qualquer desafio é menor.
E, claro, no meio disso tudo, Otávio e Kelly eram o exemplo já consolidado de um casal que vive essa rotina com amor e respeito — eles sorriam, tranquilos, felizes em ver os amigos prontos para o que estava por vir.