Inclinei um pouco a cabeça. Meu olho queimando de ódio. — Quem é que vai arrancar a cabeça de quem. Eu tava com o pé ainda pressionando a cabeça da Íris quando aquela raiva voltou com tudo. Ela tentou levantar de novo. Tentou se soltar. — Coringa, eu.. Nem deixei terminar. Dei um chute na cabeça dela com toda força. O corpo dela rolou pro lado e bateu no chão seco. O barulho ecoou no barraco da boca. A galera que tava ali ficou em silêncio. Eu fui pra cima dela de novo. Comecei a dar pisão. Um. Depois outro. Meu tênis descendo pesado. — Tu queria a cabeça da minha filha, né? Pisei de novo. — Fala! O sangue começou a escorrer pelo nariz dela. Mas eu tava cego de ódio. Outro pisão. Outro. Até que o corpo dela ficou mole. Ela parou de se mexer. Ficou estirada no chão. R

