Com apenas uma mão o homem segurava as duas mãos do menor sobre sua cabeça, no chão. Com a outra desabotoava sua calça... -Que p***a! - Falou Bernado tirando o homem de cima do menino -Que p***a, Bernado. - Falou Antônio se levantando. Vinícius se mantinha no chão, com os olhos bem apertados. -Eu deixo para você também. -Deixa o que seu acéfalo? - Falou Alberto que estava do outro lado. ele estava possesso de raiva. -Senhor, é só um cuidador de porcos, o senhor nunca falou nada das nossas brincadeiras com os empregados. -Cala a boca cara - Alertou Bernado. -Sério, cala. Alberto se abaixou e ajeitou o shorte do menino. Puxou ele para cima. -Você vai entender uma coisa, Antônio. Esse garoto tem um dono, sou eu, ele é MEU! - Gritou enfurecido - Nestor, Zé

