- Vamos beber o quê? - Ele perguntou, e então se sentou em uma das banquetas altas e apoiou os cotovelos no balcão. Demorei para responder, e ele ficou me encarando de um jeito divertido. - Qual é, Emilly? Vai me dizer que não bebe? Ou que vai pedir um vinho? - Olhei em volta e muito provavelmente eles teriam vinho, mas me transformaria em uma aberração se pedisse uma taça. - Que tal uma cerveja? - Eu sugeri, e ele negou com a cabeça. - Duas doses de tequila, por favor. - Ele berrou para o garçom, e eu arregalei os olhos. Segundos depois, as doses já estavam à nossa frente. - E então, Emilly, vai amarelar? - A voz desdenhosa dele me fez lembrar que eu nunca tinha bebido tequila na vida, mas ele não precisava saber disso. Peguei uma dose e virei de uma vez só, sentindo o líquido queimar

