O couro macio do sofá do meu escritório ainda guardava o calor dos nossos corpos quando me afundei nele, os músculos tensos, a respiração descompassada. A mesa de mogno ao lado, polida ao extremo, refletia a luz fraca da luminária de mesa—aquela mesma superfície onde, há menos de 1 minuto, eu tinha tomado Sophia pela primeira vez. O peso da culpa começou a se instalar no meu peito como chumbo, apertando, sufocando. O que diabos eu fiz? A pergunta ecoava na minha cabeça, mas antes que pudesse afundar nela, um par de pernas esguias e bronzeadas apareceu no meu campo de visão. Sophia se aproximava devagar, os quadris balançando com uma confiança que não combinava com a inocência dos seus 19 anos. O perfume dela, algo doce e cítrico misturado ao cheiro inconfundível de sex0, invadiu minhas n

