No morro parecia tudo normal, porém cada escuridão era pesada, quase sufocante. Cada sombra parecia esconder olhos atentos, cada barulho podia significar perigo. Bela caminhava ao lado de Alex, sentindo o peso do morro em cada passo. — Bela — chamou Alex, sua voz baixa e firme — algo não está certo. — O que você percebeu? — perguntou ela, apreensiva. — Há movimentos estranhos. Pessoas que deveriam estar sob nosso controle agindo como se tivessem outro plano. — respondeu ele, os olhos varrendo o morro. — Precisamos descobrir quem está por trás disso antes que seja tarde. Bela engoliu em seco, sentindo o coração acelerar. — E como fazemos isso sem sermos vistos? — Com cautela. — respondeu Alex, aproximando-se dela. — Cada passo precisa ser calculado. Qualquer erro e… — fez uma pausa, ol

