Sanguinário Narrando O vapor do banheiro tá fazendo a visão ficar meio fantasma, mas eu vejo perfeitamente quando ela fica rígida, sentindo minha mão na cintura. Coloco o cabelo molhado dela de lado, expondo a nuca. Ela olha por cima do ombro, a bochecha já vermelha do calor ou da vergonha, não sei. — O que que foi? — pergunto, a voz soando mais baixa no barulho da água. — Nada — ela manda, mas o olhar foge. Deslizo a mão pelas costas dela, a pele tá macia e quente da água. Desço até a bundä, aquela curva perfeita que já conheço. Aperto. Ela trava o corpo todo, mas não se afasta. Aperto mais um pouco, puxando ela pra trás, até as costas dela colarem no meu peito. Sinto o coração dela batendo rápido, ou é o meu? Tá todo mundo acelerado nessa pørra. — Tá com medo de mim? — a pergunta sa

