Capítulo 40 Marilene-2

687 Palavras

Peguei o celular, abri o aplicativo de GPS. Meus dedos trêmulos digitaram “Armazém 7B, Zona Portuária”. O mapa carregou, mostrando uma área abandonada, perto dos antigos galpões do porto. Era lá. Não pensei mais. A fúria e o desespero eram um combustível melhor do que qualquer racionalidade. Peguei as chaves do carro que ficava na garagem – um sedan discreto, que Lucas usava para “não chamar atenção” –, joguei a bolsa com a arma no banco do passageiro e saí. A viagem até a zona portuária foi um borrão. O trânsito, as luzes, as pessoas… tudo parecia distante, irrelevante. Meu foco era um só: chegar lá antes que eles fizessem alguma coisa. Mas fazer o quê? Eu não tinha um plano. Só tinha uma arma e uma vontade assassina que crescia a cada minuto. Estacionei o carro a uma quadra de distânc

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