Arthur envolveu Elisa em uma toalha, amarrou outra em sua cintura e a carregou para fora do banheiro direto para a cama. Ela vestiu uma de suas camisas e ficou entretida ali, o admirando secar o cabelo apenas batendo com a mão, depois o assistindo vestir uma cueca e uma bermuda. – O que vocês está olhando? – Perguntou, quando percebeu os olhos dela cravados nele. – Nada – deu de ombros, inocentemente. – Nesse estado que você está, é só isso que vai poder fazer mesmo, ficar olhando – falou. Ela até que ia contestar, mas quando se mexeu na cama, sentiu o tornozelo latejar. Ele tinha razão. Ao ver a careta que Elisa fez, Arthur se preocupou. – Vou pegar um remédio para você e fazer um curativo nesses machucados. – Não precisa – tentou apoiar o braço na cama – ai! – não conseguiu nem ch

