Ter a boca de Arthur na sua foi como se sentir em casa de novo. Em tão pouco tempo, Elisa já conhecia aquele gosto, lhe era familiar. Ela não ofereceu resistência algumas, pelo contrário, estava completamente à mercê dele. Eles não se tocavam daquele jeito há dias. Separados pela forte chuva e pela manhã, quando enfim, se reencontraram, tiveram uma briga. Elisa tinha passado o dia sofrendo, prometendo ficar sozinha até o final da viagem, para chegar a noite e terminar nos braços dele. Arthur terminou o beijo a apertando forte e cheirando seu pescoço. – Que saudade desse cheiro – sussurrou. Ela aproveitou para sentir o cheiro dele também, de olhos fechados. Matando a falta que estava sentindo. Ele se afastou para olhar em seu rosto, estavam tão próximos, mas ficaram ali, olhos nos olh

