Gabriela fingia muito bem, mas sua intenção era muito clara para Elisa. Só que dessa vez ela teve muita vontade de fazer um barraco, falar tudo que queria na cara da ex-amiga. O problema é que não faria isso na frente do Arthur, que já olhava para Elisa sem entender o que Gabriela quis dizer com aquilo. Porém, ele não daria trela para aquela garota, não ali, pelo menos. Elisa se levantou, até tonta de raiva, pegou na mão do Arthur e saiu pisando duro, o puxando consigo. Não se despediu, não disse nada. E nem disseram nada para ela. Inclusive ele, ficou em silêncio. Esperou até que estivessem longe de qualquer ouvido e soltou sua mão. – O que aquela garota estava dizendo? – Perguntou. Não houve resposta. – Elisa – disse em tom de alerta. Ela parou e se virou para Arthur. – Aqui nã

