– Pode deixar, que eu já segurei ela – disse Arthur para o Erico, assim que Elisa ficou em pé. Ele não quis arrumar confusão e por isso, a soltou. Deixando que o escolhido dela a carregasse, mas se manteve ao lado, caso sua ajuda fosse necessária. Eles decidiram seguir pela rua paralela para evitar a multidão de gente que lotava a rua da Pituba. Arthur com a mão na cintura de Elisa, que por sua vez, tinha o braço no ombro dele, para se apoiar. Era ele que a estava mantendo em pé. – Eu não sei onde foi parar minhas pernas – dizia ela, bêbada. – Sabia que ia dar nisso – falou Arthur, a fazendo rolar os olhos. – O chato quer falar. Vai chato, fala – brincou Elisa. Erico riu, Arthur não achou graça nenhuma. – Você está ótima, Elisa. Seria pior se eu não estivesse lá para segurar seu cab

