-eu vou atender- minha mãe disse e se levantou
Algum tempo depois ela voltou, mas não sozinha. E advinha quem estava com ela? Sim a Suellen
-o que está fazendo aqui?
-achei que seria legal visitar a sua família Cas. Oh não sabia que estava aqui Manu, que bom que já saiu do hospital
-é, foi bom
-mas cadê a sua família
-resolveu vir do nada- eu falei no meio?
-o que é isso Castiel- meu pai, ele sempre gostou da Suellen- a Su é uma boa menina, venha, eu vou colocar mais um prato na mesa, se sinta a vontade
-mais do que ela já esta se sentindo?- disse minha mãe baixinho e se sentou ao lado da Manu- então Manu, quais campeonatos já participou?
-foram muitos, eu faço ginástica desde pequena sabe? E desde os cinco já competia em regionais
-que legal- meu pai disse enquanto terminava de colocar o prato da Suellen ao meu lado da mesa, acho que ele quer que fiquemos juntos
-e você treina muito concerteza
-sim, desde pequena eu treino seis horas por dia, fora academia e corrida, todos os dias da semana, esses dias só que eu não treinei por causa do acidente
-claro, isso é totalmente aceitável
-e não se cansa de fazer uma coisa só?- a Suellen- eu gosto de viajar sabe? Conhecer o mundo, já fui para vários lugares
-na verdade eu viajo bastante também, participo de competições em todo o mundo
-e você foi morar em Nova York quando?- meu pai perguntou
-há alguns anos atrás- ela me olhou e eu me lembrei de sua história- fui morar com a minha tia e meu primo- ela tomou um gole do suco
-gosta de la
-amo, New York é uma cidade espetacular
-então porque não volta pra la?- a Suellen perguntou como se não fosse nada de mais
-a minha tia me mandou de volta, para ficar um pouco mais com meu pai- ela disse sem graça
-sei, ela queria espaço isso sim
-Suellen- a minha mãe disse a repreendendo
-o que? às vezes as pessoas se cansam
-ela não tem todo esse tempo, está de cama
-que pena querida- a minha mãe disse- mas e seu primo?
-eu não sei, ele veio pra ca comigo, mas eu não falei com ele no dia do acidente e muito menos depois
-sei, mas ele não foi te visitar?- a Suellen soltou uma risada e todos a olhamos
-desculpa- ela disse com um sorriso sarcástico no rosto- mas ninguém ter ido te visitar é triste
-mas foram me visitar
-seu pai?- Suellen continuava a provocar
-não sei
-como não sabe?
-eu estava em coma- ela respirou fundo
-Manu- eu disse me levantando e dando a volta na mesa- vem- sabia o que estava acontecendo
-não filho, deixa ela aqui- ela respirava cada vez mais pesado
-mãe, me deixa- eu disse a ajudando a se levantar
Fui caminhando com ela até a sala, ela se apoiou no sofá e apontou para a bolsa, eu corri até ela e a trouxe correndo, ela vasculhou, cada vez com a respiração mais pesada, até encontrar a bombinha e respirou. Eu me sentei ao seu lado
-está melhor?
-sim- ela disse com os olhos fechados- obrigada- disse abrindo os olhos e olhando fixamente para mim
-não faz isso de novo ta?- eu disse a puxando para um abraço
-nem parece o pegador que eu conheci no primeiro dia- disse me abraçando de volta
-as pessoas mudam
Saímos do abraço, mas não nos afastamos, ficamos nos encarando, sua respiração se misturava com a minha, minhas mãos subiram até o seu rosto o segurando com firmeza para caso ela resolvesse sair dali, e eu simplesmente a beijei ali mesmo, não interessa que meus pais e minha ex-namorada estavam no cômodo do lado, eu não queria saber. A única coisa que me interessava eram os lábios da Manu, nossas línguas estavam em perfeita sincronia, como se fossemos feitos um para o outro e eu não duvidava nada disso
Suas mãos seguravam a barra da minha camisa com força, ficamos nisso até o ar se fazer necessário, e depois paramos o beijo, quando ela se afastou para pegar a bolsa a Suellen e minha mãe apareceram na porta
-venham logo, a comida esta esfriando
-claro- a Manu disse- mas senhora, onde é que eu vou dormir?
-ora, no quarto do Cassy claro
-o que?- a Suellen disse
-o que foi? Até parece um crime- disse minha mãe sem preocupação nenhuma- venham logo- disse ela e entrou na cozinha
Eu e a Manu fomos logo depois, seguidos pela Suellen. O jantar não foi tão agradável quanto deveria pois um certo alguém estava incomodando e muito, não demorou para eu fazê-la ir embora, minha mãe subiu enquanto nós assistíamos televisão e foi arrumar um colchão para a Manu, mas claro ela não vai dormir la né? Estou com saudades dela se é que me entendem? Logo minha mãe voltou e ficamos todos assistindo TV. Até ela e meu pai começarem a bocejar e subirem para dormir, eu aproveitei e eles subiram e fui para o sofá onde a Manu estava
-o que esta fazendo?- ela disse enquando eu a aconchegava entre meus braços
-nada, shiii eu quero ver o filme- disse e ela riu
-claro
Ficamos assim até eu a ver bocejando também
-quer subir?- eu disse
-não quer terminar de assistir?
-não
-então vamos
Eu e ela subimos abraçados, assim que eu entrei no quarto e tranquei a porta ela se sentou na cama
-o sono passou- disse com uma cara estranha
-sei, isso é bom- eu disse
-por quê?- ela me olhou rindo
-por isso
Fui até ela e a beijei, ela foi caindo de costas na cama até eu ficar totalmente em cima dela, minhas mãos passaram rapidamente para debaixo de sua blusa acariciando sua cintura gelada, ela segurava a minha blusa fazendo uma pressão para tirá-la de mim e foi o que eu a deixei fazer, separando nossos lábios por míseros segundos ela jogou longe a minha blusa. Eu a puxei mais para cima da cama abrindo suas pernas e ficando entre elas, os beijos estavam cada vez mais intensos. Eu subi a mão e tirei a blusa dela nesse ato expondo seu sutiã preto de renda
Ela desceu os beijos até o meu pescoço, dando beijos molhados enquanto a minhas mãos desciam até o seu shorts e abria o botão de vagar e tirando sem pressa nenhuma, afinal temos a noite toda. Ela fez o mesmo comigo, eu peguei a sua perna direita a prendendo do meu lado enquanto comecei a beijar o seu pescoço. As nossas respiração desreguladas eram a musica que nos envolvia, nada mais se encontrava ali, só eu e ela. Soltei a sua perna levando as duas mãos até os seus s***s ainda cobertos pelo sutiã, ela soltava suspiros, quase gemidos baixos, suas mãos brincavam com os músculos das minhas costas. A minha mão direita foi até as suas costas e tirou o seu sutiã deixando a mostra aqueles s***s não muito grandes, mas do tamanho perfeito que enchiam as minhas mãos. Eu não agüentei e minha boca foi até eles deixando uma das minhas mãos livre que desceu até sua calcinha a tirando de vagar e jogando em algum canto qualquer do quarto. Eu comecei a torturá-la esfregando seu c******s a instigando, comecei assim até eu vê-la gemer e depois coloquei um dedo fazendo movimentos circulares, depois mais um. Suas costas se arquearam e sua cabeça foi para trás, ela estava com os olhos fechados e com a boca aberta, arfando sem parar, aquilo era maravilhoso, eu coloquei mais um e sem parar os movimentos com a minha mão fui descendo minha boca fazendo uma trolha de beijos desde os seus s***s até onde me interessava, ates que ela percebesse eu coloquei a língua lá o que fez ela soltar um gemido mais alto do que os anteriores, suas mãos estavam agarradas ao lençol da cama ao apertando com força
Não querendo me gabar, mas eu sei o que fazer e meu amigo, minha língua faz milagres. Não passou muito tempo e eu pude sentir os músculos dela se retesarem para mim
-ainda não- eu disse quando parei e subi um pouco a cabeça
Eu senti ela se controlando o Maximo que podia, eu abri mais as pernas dela e me acomodei entre elas, tirei a minha cueca revelando meu m****o ereto e pulsante, eu precisava muito disso, não sei se ela tinha esquecido de como era, mas assim que eu coloquei tudo nela ela deu um leve solavanco e deu um gemido bem alto eu comecei a beijá-la novamente enquanto começava com os movimentos leves e lentos. As mãos dela foram até os meus ombros. Ela já estava perto e eu sentia isso então comecei a aumentar a velocidade e intensidade dos movimentos fazendo os gemidos dela ficarem cada vez mais altos
Quando ela cravou suas unhas nas minhas gostas a arranhando eu senti seus músculos novamente, eu estava perto
-calma, só mais um pouco- eu disse no seu ouvido
-Cast, eu não vou agüentar muito tempo
-mais um pouco- ela era muito gostosa, mano isso não é real- p***a Manu
Eu comecei a ir cada vez mais rápido e mais rápido senti que estava perto o suficiente
-agora
Foi quase instantâneo, ela soltou o g**o trazendo o meu junto. Seus músculos relaxaram. Estávamos suados, eu sai de dentro dela e ela trocou as nossas posições se abaixando, ela molhava os lábios e eu sabia o que ela ia fazer. Quando ela chegou lá começou a brincar comigo, passando a língua de vagar e sensualmente, não tirava os olhos de mim em nenhum instante, até a hora em que ela colocou tudo na boca, relaxando a garganta para entrar mais. Ela fazia movimentos de vai e vem rápidos, mas eu queria mais então eu peguei nos seus cabelos estabelecendo uma velocidade que ela logo pegou, eu podia sentir o g**o vindo até que ela parou a abriu a boca e logo veio o que ela queria, em grande quantidade. Depois de engolir tudo ela sorriu com a língua pra fora, foi à melhor imagem que eu poderia ter visto. Ela estava cansada e eu também. A Manu subiu e se deitou do meu lado, eu a trouxe para mais perto e puxei um lençol para nos cobrir, ela passou uma perna para cima de mim e eu comecei a fazer carinho nos seus cabelos, logo eu não vi mais nada