Acordei no dia seguinte e a Manu não estava mais la, admito, fiquei meio balançado, mas me levantei e tomei um banho, me troquei e peguei minhas coisas e depois desci pra tomar café. Minha mãe já estava terminando de fazer o café quando eu cheguei
-bom dia, acordou cedo hoje
-pois é- disse me sentando e colocando um pouco de suco num copo
-dormiu bem?
-sim- disse pegando uma torrada
-que bom
-o que foi?- disse levantando o olhar pra ela
-filho- ela se sentou numa cadeira me olhando nos olhos- eu sei que você já tem pouca atenção e eu me critico toda noite por isso
-eu to bem- disse voltando minha atenção a torrada
-não é isso
-e é o que então?
-é que se lembra da ultima vez que seu pai esteve aqui?
-não faz tanto tempo assim senhora Genoom- disse
-eu sei, é por isso mesmo
-fala logo
-Castiel, eu estou grávida- eu me engasguei
-O QUE?
-eu to grávida
-eu escutei, só não to acreditando
-nossa Castiel, achei que fosse mais maduro que isso
-o que?
-não achei que reagiria dessa forma
-ta, eu vou pra escola. MÃE
Eu peguei minha mochila e sai pra escola. Assim que cheguei fui direto pra sala, hoje eu prestei atenção nas aulas, já sabia tudo, como? Não sei! No intervalo a turma toda ficou junta, mas eu não conseguia parar de lembrar da Manu ontem na minha cama
-Castiel?- a Iris
-oi?
-vamos ensaiar hoje?
-já ensaiamos ontem, não to afim hoje não
-e o show?- o Dake perguntou
-amanha ta bom?
-ta- o Lysandre disse calmo
Voltamos pra sala e ficamos até a dar a hora de ir pra casa. Eu voltei de moto e me troquei, fiz minha mochila de treino e desci pra almoçar, minha mãe não disse nada durante o almoço todo, achei melhor assim. Sai e fui pra academia, eu recebi uma mensagem do Lys, ele falou pra eu esperá-lo do lado de fora e foi o que eu fiz, me sentei na calçada e fiquei mexendo no celular até um carro preto chegar e a Manu sair de la, e quem tava dirigindo? O Viktor. Eu não acredito que ela ainda está com ela
Ela saiu do carro e passou por mim como se nem me conhecesse, eu olhei pro carro e ele estava olhando, depois que ela entrou ele se foi
Eu ia atrás dela, mas o Lysandre chegou e nós entramos, treinamos bem mais do que o normal. O professor disse que esse ano nas competições vai ter uma academia nova e muito boa por sinal
Na saída a Manu passou por mim de novo como se não me conhecesse, mas como tava tudo muito cheio na recepção eu a peguei pelo braço e entramos na sala de luta
-porque esta fazendo isso?
-isso o que?- ela disse
-me evitando
-não estou fazendo isso
-não?- eu já estava ficando com raiva dessa história- eu não sou assim ta? Não pode me usar e me largar depois
-você ta parecendo a menina da história
-você me colocou nessa posição p***a!
-calma
-porque teria calma?
Sem que eu pudesse pensar no que ela responderia ela me beijou, passou os braços ao redor do meu pescoço como fazia sempre, ta! Eu estava bravo, mas não da pra resistir. Minhas mãos foram até a sua cintura a apertando, o beijo foi ficando cada vez melhor eu poderia ficar por muito tempo ali, mas ela nos separou
-não posso largar dele
-pode sim
-Castiel você sabe que não- pior que não
-vamos dar um jeito- disse e ela me abraçou
-agora preciso ir, ele esta me esperando- disse pegando sua bolsa do chão
-espera- a segurei pelo pulso
Eu a beijei novamente, dessa vez só um selinho demorado, nada de mais. Ela saiu da sala e eu fiquei esperando e depois sai, o Lysandre me esperava. Conversamos por um tempo na frente da academia e quando eu estava indo embora o seu Gustavo me chamou
-Castiel- eu me virei pra ele- vem aqui- caminhei até ele- eu quero que você vá a um jantar na minha casa hoje tudo bem? Semana quem vem vai seu amigo, o Lysandre
-claro, mas por quê?
-vai uns patrocinadores essa semana la em casa e eu estou indicando vocês, mas claro vocês continuaram competindo pela academia
-legal, legal. Que horas?
-as oito esteja la tudo bem?
-tudo certo, até la
-até
Eu voltei e contei pro Lys, e fomos pra casa juntos. Assim que cheguei em casa minha mãe não estava na sala, nem na cozinha
-MÃE? TA AI?- não obtive resposta então fui pro meu quarto pra tomar um banho
Coloquei uma roupa mais chique pode-se dizer assim, já eram sete horas então eu desci e minha mãe estava passando pelo corredor com a mão na barriga
-ei- eu disse- ta tudo bem?
-ta sim filho- ela me olhou- vai sair?
-vou, na casa do seu Gustavo
-tudo bem, cuidado e divirta-se- disse e entrou no seu quarto
Eu fui pra sala e fiquei la até dar umas 07h30minh então sai de casa, o endereço que ele tinha me passado não era tão longe assim, demorou uns vinte, trinta minutos pra eu chegar la. Estacionei o carro, era uma casa enorme não terminava. Toquei a campainha e me identifiquei, o portão se abriu sozinho e eu entrei. A porta da casa se abriu e uma mulher vestida de um conjuntinho social me atendeu
-deve ser o Castiel
-eu mesmo
-me acompanhe
Ela virou as costas e começou a andar e eu a segui, a casa era toda refinada. Bem na entrada tinha uma escada que levava ao segundo andar, passamos por algumas portas até chegarmos a uma sala de estar, a Manu estava la, usava um vestido preto sem muitos detalhes, um corte peculiar em baixo, um sapato te salto também preto, algo me diz que ela não quer chamar atenção, mas com toda essa beleza não da, seu cabelo estava preso num coque, acho que é assim que chama, dava pra ver os cachos. Ela sorriu quando me viu la. Eu só percebi que estava parado olhando pra ela no meio da sala quando o seu Gustavo me chamou
-esse aqui é o Castiel- disse me apresentando a uns homens de terno, alguns já não tão jovens- ele e seu amigo conseguiram faz três anos três campeonatos consecutivos, não que os outros não sejam bons, mas eles se destacaram
-prazer Castiel- um senhor bem vestido me estendeu a mão e eu a apertei- é bom saber que ainda temos talentos na luta
-isso é raro- disse outro, mas jovem, mas nada muito alarmante
-filha- Gustavo chamou, meu corpo se arrepiou quando senti o seu perfume invadir as minhas narinas
-diga- a voz dela era doce e suave, quase como um sussurro
-traga champanhe pra nós sim, vamos comemorar
-claro- como ela estava tão bem com o pai? Se há alguns dias ela não o suportava?
Depois de alguns minutos conversando e de algumas piadas sem graça de velhos a Manu chegou carregando quatro taças e uma garrafa de champanhe entregou na mão do seu pai
Ela fingiu um desequilíbrio do meu lado, foi reflexo, eu a segurei pela cintura e a olhei nos olhos, suas mãos foram descendo de vagar pelos meus braços até chegar às minhas mãos, tudo isso sem tirar os olhos dos meus, ela colocou alguma coisa entre a minha mão e sua cintura, depois se ajeitou
-desculpe- disse e saiu, eu a segui com o olhar até escutar uma tosse forçada
-eu sou o pai dela rapaz- Gustavo disse
-o que?- perguntei sem entender
-essa seninha ai, acha que não conheço minha filha?- perguntou serio e eu comecei a me assustar- acha que está à altura dela?- ele dizia cada vez mais serio, a cara de ninguém ali estava boa, eu engoli em seco- calma- ele abriu um sorriso- eu to brincando- disse e todos começaram a rir, eu respirei aliviado, imagina se ele descobre que já dormimos juntos?
A imagem dela montada em mim na noite anterior me invadiu e eu abri um sorriso, ela era muito gostosa, aquilo fez mais do que o esperado e eu senti meu amigão acordando pra vida de um sono não tão longo
-se me derem licença- disse e sai de la
Preciso achar o banheiro antes que isso fique visível, eu corria de um lado a outro e não achei banheiro nenhum, então subi no segundo andar, eu era o único ali. Quando me vi sozinho pude relaxar, ninguém me veria numa situação constrangedora. Peguei o papel que a Manu tinha colocado em minhas mãos que já estava amassado de tanta força que eu estava apertando a minha mão
*me encontre na varanda do terceiro andar em vinte minutos*
Ainda tinha tempo, então eu só subi. Lá tinha algumas cadeiras e uma mesa pequena, me sentei e tentei me acalmar. Alguns minutos depois a Manu apareceu, ela tinha um sorriso triste nos lábios, eu só queria beijá-la, me levantei assim que a vi entrando e fui ao seu encontro já a envolvendo em meus braços
Antes que ela falasse qualquer coisa eu a beijei com todo o desejo que eu tinha, que não era pouco, suas mãos foram até a minha nuca como sempre, envolveu seus dedos nos meus cabelos, eu a trazia para mais perto a cada segundo. Paramos o beijo quando o ar nos faltou, eu encostei a testa na dela tentando normalizar a minha respiração
-oi- disse e ela riu
-ola- disse
-o que queria?
-eu preciso falar com você- disse e veio até o sofá- o Viktor vai chegar daqui a pouco e
-você ainda esta com ele- eu a cortei- você nem gosta dele Manu
-não é questão de gostar ou não, o ponto é que ele pode machucar muita gente aqui. Eu posso não ser uma menininha mimada e frágil Castiel, mas eu ainda tenho medo
-não precisa ficar- eu disse e peguei na mão dela
-quando ele chegar vai procurar por mim
-deixa ele- opa, uma idéia- não tem nenhum porão ou sótão nessa casa?- os olhos dela brilharam
-vai parecer estranho, mas essa casa é antiga, já foi reformada claro, mas nunca na parte subterrânea
-não brinca comigo- aquilo parecia coisa de filme
-serio- ela se levantou- me segue, mas de longe
Nós descemos até onde todos estavam novamente, ela foi até o seu Gustavo e disse alguma coisa como não estava bem, foi o que eu entendi pela minha tentativa de ler os seus lábios, depois ela saiu desfilando entre as pessoas e eu a seguia de longe. Ela entrou numa sala pequena, eu entrei e fechei a porta discretamente atrás de mim, era uma sala como outras qualquer
-vem- ela disse indo até um armário antigo
Ela puxou e eu vi que dava pra passar, ela foi até uma gaveta e pegou umas velas, fósforos e duas lanternas entrando na passagem logo depois eu entrei e peguei as lanternas, liguei uma e fechei a passagem, mão era assustador, era um corredor muito pequeno e uma porta na frente ela abriu e eu vi como se fosse um salão, não muito grande também, mas poderíamos ficar la por um tempo. Ela foi colocando as velas e as acendeu e eu desliguei as lanternas
-pronto- disse me olhando e com as mãos atrás das costas, parecia uma boneca
-quase não to te vendo- disse
-engraçadinho- eu ia me aproximando cada vez mais dela
Até que cheguei na sua frente, a segurei pela cintura e a beijei, ela correspondia a tudo que eu fazia, minhas mãos que estavam em sua cintura desceram em direção a sua b***a, seus dedos brincavam com meus cabelos. Quando finalmente paramos o beijo eu fui de encontro ao seu pescoço, dando beijos delicados la, eu a senti ficando arrepiada a cada beijo que eu dava
A Manu suspirava baixinho, eu mordi o lóbulo de sua orelha e a senti arrepiar mais uma vez, abri os olhos por um segundo e vi atrás de nós um sofá. Comecei a andar e ela foi me seguindo até eu me sentar, a Manu passou suas pernas ao meu redor e começou a me beijar no pescoço do mesmo jeito que fiz nela a poucos segundo atrás
Meu amigão que já estava esperto agora então, ela fazia uma combinação de beijos, de mãos e de rebolados em cima de mim que me deixavam malucos, ela me sentiu e deu um gemido baixo e abafado pelos beijos, minhas mãos apertavam sua b***a com força me dando mais t***o ainda
Eu não agüentava mais, a peguei pela cintura e a deitei na sofá, tirei o seu vestido e voltei a beijá-la, como eu adorava vê-la desse jeito, ela tirou o meu blazer e desabotoou a minha camisa, eu tirei seu sutiã e comecei a massagear seus s***s, ela suspirava e gemia baixo. Fui descendo, minhas mãos tiraram a calcinha dela antes que minha boca chegasse la e quando finalmente chegou eu comecei a torturá-la brincando com seu c******s com a minha língua, ela se contorcia no sofá, a Manu agarrou os meus cabelos com força, eu coloquei um dedo e depois outro e mais um os movimentando rapidamente, ela gemia cada vez mais rápido e mais alto, eu senti seu corpo ficar rígido e tenso por um segundo e no outro ela se desmanchou na minha boca
Ela era boa em tudo, isso não é possível. Ela já estava ofegante e suada, mas conseguiu trocar as nossas posições, ela abriu meu cinto e abaixou à calça junto com a cueca, ela lambeu meu m****o brincando comigo, ela subiu lambendo meu abdômen e me olhando o tempo todo, aquilo era excitante demais, quando chegou no meu pescoço ela me deu um chupão forte que ficaria marcado, eu sentia a entrada da sua v****a roçar no meu p*u enquando ela se esfregava em mim, minhas mãos que já estavam na sua cintura iam a colocar em mim, mas ela foi mais rápido e desceu pra voltar a me torturar, ela lábia e beijava a cabeça do meu m****o, me fazendo suar, até que ela colocou ele inteiro na boca, eu senti ela relaxando a garganta pra entrar mais fundo, a Manu começou com movimentos lentos e foi aumentando a velocidade
Minhas mãos foram até os seus cabelos estabelecendo uma velocidade agradável pros dois, ela fazia isso usando os dentes estimulando o meu g**o, e se era o que ela queria foi o que teve, um jato de esperma disparou em sua garganta, quando isso aconteceu ela engoliu e olhou pra mim satisfeita , lambendo os lábios
Depois ela subiu em mim e eu a penetrei, minhas mãos estavam em seus s***s e ela com os olhos fechados enquanto cavalgava e gemia, cada vez mais alto. Os p****s dela eram tão redondinhos, cabiam certinho em minhas mãos. Ela continuava a cavalgar, mas eu precisava que ela fosse mas rápido, larguei os seus s***s recebendo um suspiro de reprovação
-isso vai ser melhor pra nós dois, deixa comigo
Eu comecei a estocá-la com cada vez mais força, ela já estava gritando, eu colocava tudo e tirava tudo, podia sentir cada pedaço dela, sabia que estava a preenchendo e isso também me excitava, eu senti o corpo dela se prender em volta do meu e depois relaxar e veio à enxurrada, aquilo me estimulou. Eu dei mais duas estocadas fortes nela e quando senti o g**o vindo o tirei dela. Na mesma hora um jato branco saiu de mim e foi direto pro chão
-poderia ser nossos filhos- brinquei
-nem brinca- disse cansada
-vem- eu me deitei e ela se deitou ao meu lado, usando meu peito de travesseiro
Como antes ela dormiu sem falar nada, essa é a melhor menina da história