Leiloada - Morro do mandala:
Capítulo 4
Yasmin narrando
Quando aquela mulher cujo o nome eu só sei que é Carla, anunciou que eu tinha sido vendida para aquele homem com uma tatuagem no rosto, meu corpo gelou e eu perdi totalmente a força dele.
— Venha – Um homem fala me pegando pelo braço e me levando para dentro.
Eu só conseguia olhar para aquele homem e sentir medo, medo do que estava por vir. Quando o homem que levava pelo braço me joga em uma sala onde estava Karina, a garota que conhrci nos dias que fiquei aqui.
— Você está bem? – ela pergunta
— Eu preciso fugir – eu falo olhando para ela
— É impossível – ela fala – Veste isso – ela coloca uma camisola de alcinha por cima do meu corpo que estava nu - está cheio de seguranças – ela fala olhando em volta
— Eu fui vendida por três milhões a um homem – eu falo para ela – eu não quero, eu não quero!
Carla entra na sala e para me encarando e abre um sorriso de canto.
— Nunca achei que aquela garota que aquele homem me trouxe – ela fala – iria me dar tanta grana! – eu a encaro com as lagrimas caindo do meu rosto e ela se aproxima passando a mão pelo meu rosto – não gaste as suas lagrimas agora, conhecendo Demon como conheço, você ainda vai ter muito motivo para chorar! – ela abre um sorriso – levem ela!
— Não – eu falo – não quero ir!
— Agora, levem! – ela fala
O mesmo homem que me trouxe para cá me arrasta quase pelas escadas e me joga em um quarto , eu quase caio mas me seguro e a porta é fechada, quando eu me viro, me dou de cara com aquele homem fumando algo.
Eu abraço meu corpo com as mãos e me encosto contra a parede, eu jamais vivi algo parecido como esse, por mais que tenha vivido tantoa nos com Carlos sendo o meu padrasto, ele nunca encostou um dedo em mim.
— Tira a roupa – ele fala me encarando
— Eu não vou tirar – eu falo – eu não vou deixar você encostar em mim – ele abre um sorriso de canto e apaga o baseado jogando o resto no chão
— O que você disse? – ele pergunta me encarando ainda distante
— Eu disse que você não vai encostar em mim, que você não vai encostar em mim – ele me olha – eu não vou tirar a minha roupa – ele tira a arma da cintura e aponta para mim!
— Tira a roupa agora, que eu estou mandando! – ele fala e eu encaro – três milhões para mim, é troco! Eu te mato e desço e compro outra, mas antes eu tiro a p***a da tua virgindade você morta ou não! – eu engulo seco
— Eu não vou tirar, eu prefiro morrer, não tenho mais nada a perder, prefiro ser morta! – eu falo engolindo as lagrimas que desce e ele ainda apontava a aarma em minha direção
— Corajosa você! – ele fala me encarando – está com as unhas afiadas, eu gosto assim – ele fala andando em minha direção – logo vai estar bem mansinha. Agora tira a porcaria da roupa que eu estou mandando!
— Eu já disse que eu não vou tirar, já disse que você pode me matar!
Ele me encara e eu o encaro, ele estreita os olhos dele e destrava a arma, ele mira na minha cabeça e puxa o gatilho, eu fecho os olhos e abro, vendo que ele tinha atirado no chão, ele abre um sorriso de canto e pega em meu pescoço com força, mas com muita força, eu me debato tentando tirar a sua mão da minha garganta.
— Eu não gosto de desobediência – ele fala me encarando – eu mandei você tirar a roupa
— Me solta – eu falo quase sem ar e ele me faz andar em direção a cama enquanto ele ainda estava com a mão no meu pescoço e ele me joga na cama
— Eu mesmo tiro! Acho que vai ser mais divertido.
— Não, não encosta em mim! – eu grito e mordo ele e ele me dar um tapa forte no rosto.
Ele tira a fronha do travesseiro enquanto seu corpo prendia o meu, eu tentava o empurrar mas era em vão, eu tento impedir mas ele me amordaça amarrando forte a amordaça em minha boca.
— Vai ser pior se eu tiver que te amarrar, eu tenho uns amigo lá e eu chamo eles para a festinha – ele fala rasgando a camisola que eu estava usando me deixando completamente nu. Eu tentava empurrar ele mas era em vão e ele tira a sua roupa – se você continuar lutando, vai ser pior!
Eu o empurro com força para ele sair de cima de mim, mas ele me dar um soco e eu fico meio zonza. Ele amarra as minhas mãos com algo que eu não fazia ideia do que era e começa a beijar meu corpo.
Eu sinto uma dor forte quando sinto que ele penetra em minha i********e, as lagrimas descia sobre o meu rosto, enquanto ele estocava com força, eu me debatia mas ele segurava forte em meu pescoço para prender o meu corpo embaixo do dele, enquanto ele estocava com força dentro de mim, ele virou de tudo que era forma, depois de não sei quanto tempo de tortura, ele sai de dentro de mim e solta as minhas mãos e tirou amordaça da minha boca se levantando e pegando suas coisas e indo para o banheiro. Eu olho vendo que ele tinha carregado a sua arma.
Eu olho para a cama vendo sangue e passo a mão em minha i********e que estava dolorida e sangrando, eu me cubro com o lençol e ele sai do banheiro sem camisa, me jogando ela.
— Veste logo que precisamos ir – ele fala
— Ir para onde? – eu pergunto para ele e ele me encara
— Você não acha que eu paguei três milhões para uma noite né? Agora você é minha! Anda, preciso votlar para o morro.
— Morro? – eu pergunto baixo.
— Agora, garota! – ele grita