Melina: Tinha acabado de me arrumar e vestir Valentina para irmos à igreja. Não sabia se Théo apareceria, ele não me disse nada, mas tenho fé de que, se não vier à congregação aqui do morro, estará na outra, mais fora. Desci as escadas com minha pequena pulando sem parar, sorridente, segurando o pedaço de bolo que eu havia guardado para depois. O pai não deixou que ela comesse durante a festa, a barriguinha já estava cheia de doces, mas agora ela se aproveitava, parecendo uma formiga solta em um mundo feito de açúcar. — Desça devagar, bebê. Você pode cair, meu amor. Ela pulou o último degrau e me lançou o sorriso mais lindo e travesso do mundo. Valentina — Eu sou forte, mamãe. Como o papai! Gargalhei, segurando sua mão e caminhando até a porta. — Ah, eu sei, mulher maravilha. Vamos

