Eu estava nervosa. O caminho tomado pelos seguranças não era o da casa do Théo. A angústia crescia dentro de mim, e comecei a retorcer as mãos a cada instante, dominada pelo nervosismo. Laís tentou conversar com eles várias vezes, mas a resposta era sempre a mesma: não tinham permissão para dar informações e eu só saberia quando chegássemos. Fechei os olhos e comecei a orar em silêncio, pedindo a Deus que me mantivesse firme. Ao meu lado, Laís apertava minhas mãos com força, tentando me passar um conforto que ela mesma não possuía. Depois de alguns minutos, abri os olhos e vi o carro atravessando os portões do Hospital Montana, o maior de Neville. Meu coração, que já estava acelerado, pareceu parar por um instante. A respiração ficou suspensa. Eles estacionaram o carro e começaram a d

