Capítulo 18

941 Palavras

Horas depois… Ao entrar em casa, dirigi-me diretamente para o quarto da criança. Antes que eu pudesse tocar a maçaneta, Celine já havia aberto a porta. Ela me lançou um olhar que expressava descontentamento. Celine — Théo, não entre. Você está sob efeito de drogas e ela já está adormecida. Não disse nada, apenas abri a porta e entrei. Aproximando-me dela, afastei os fios de cabelo. A marca já é um pouco perceptível. — Ela perguntou pela babá e teve uma leve febre. Cuide bem dela, Théo. Ela é tão pequenininha! — Não quero ouvir merdas, Céline, por favor! Antes de sair, ela me disse: Céline — O que é nossa sempre volta, Théo… Ele sempre dá um jeito de retornar, não importa como. Quando é para ser, até quem tenta atrapalhar ajuda. Saí do quarto e fui direto para o meu. Me deitei e as l

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