O som dos tambores ainda ecoava ao fundo quando Ayana se aproximou novamente. A multidão havia se dispersado em celebração, mas todos ainda observavam com olhos reverentes. Aquilo que estava prestes a acontecer era sagrado, ancestral, e não importava quantas vezes fosse repetido ao longo das gerações — cada vínculo verdadeiro era único. — Chegou a hora da Selagem — disse ela, com voz firme. — A união de vocês será completada não apenas diante da matilha, mas diante da essência lupina que vive em vocês. O espírito deve reconhecer o espírito. A carne deve reconhecer a carne. Olhei para Liz. Seu peito subia e descia com uma respiração ritmada. Yara se movia sob sua pele como se também aguardasse. Meus próprios ossos pareciam vibrar. Oni estava de pé, alerta, à espreita logo abaixo da superf

