Quando as portas do elevador se abriram no térreo, saí ajeitando a alça da bolsa no ombro. Meu dia tinha sido longo, e a conversa com minha supervisora ainda ecoava na minha mente. Apesar de tudo ter corrido bem, o lembrete de que minha vida estava mudando mais rápido do que eu conseguia acompanhar ainda pesava sobre mim. Atravessei a recepção do prédio, acenando rapidamente para o segurança de plantão, e segui em direção à saída. Assim que passei pela porta de vidro e senti o ar fresco da tarde, meus olhos captaram algo familiar. Kai. Ele estava encostado em seu carro, um modelo preto de design elegante, com os braços cruzados sobre o peito. A luz suave do fim de tarde desenhava sombras sutis sobre seus traços fortes, destacando a estrutura angulosa de seu rosto. Diferente do usual,

