O escritório estava silencioso, exceto pelo som suave do ar-condicionado e o leve tilintar do gelo no meu copo de água. O dia havia sido intenso, com reuniões e negociações intermináveis, mas, finalmente, eu tinha um momento para revisar algumas propostas pendentes. Peguei a pasta que um dos diretores havia deixado na minha mesa pela manhã e a abri, percorrendo os documentos com atenção. No entanto, meu olhar logo se fixou no nome da responsável pela proposta: Carolina Soares. Minha mandíbula travou por um instante. Soares. Eu já sabia que ela era irmã de Elizabeth. E que é que por algum motivo que me era desconhecido, elas haviam se afastado. Então, o que diabos ela queria fazendo negócios com a minha empresa? Passei os olhos pelos detalhes da proposta. Era bem elaborada, pr

