A festa finalmente chegou ao fim. O sítio estava silencioso agora, exceto pelo som ocasional do vento passando pelas árvores e o coaxar dos sapos ao longe. Todos haviam ido dormir, exaustos após uma noite de celebração, risadas e histórias compartilhadas. Eu me ajeitei na cama ao lado de Liz, observando-a dormir tranquilamente, seu rosto relaxado e sereno. As cobertas a envolviam como um casulo protetor, e seus cabelos estavam espalhados pelo travesseiro, alguns fios caindo sobre sua bochecha. Era uma cena pacífica, e por um momento, permiti-me apenas contemplá-la, sentindo o calor de seu corpo próximo ao meu. Minha mão deslizou suavemente sobre sua barriga já arredondada, sentindo o vínculo que nos unia ao pequeno ser crescendo dentro dela. Era surreal pensar que em poucos meses nossa v

