Capítulo 33

1639 Palavras

As semanas que se seguiram foram preenchidas com pinceladas de cor, caixas abertas e risadas espalhadas pelo apartamento. Cada canto antes sóbrio e elegante do lar de Kai começou a ganhar vida com toques meus e, surpreendentemente, dele também. No início, eu tentava ser contida, escolhendo apenas pequenos detalhes para deixar o ambiente mais aconchegante — almofadas, tapetes, alguns quadros. Mas Kai me encorajava a ir além. — Se você quer pintar uma parede, pinte. Se quer trocar os móveis de lugar, troque — ele dizia sempre que eu hesitava. E foi assim que, um dia, me vi segurando um rolo de tinta e encarando uma das paredes da sala. — Você tem certeza? — perguntei, mordendo o lábio. Kai, que estava sentado no sofá desmontado no meio da sala, deu de ombros com um sorriso divertido. —

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