Elizabeth O ar da madrugada estava fresco quando saímos do apartamento, ainda envoltos pelo silêncio da cidade adormecida. Eu bocejei, cobrindo a boca com a mão enquanto observava Kai carregar as malas com facilidade para o porta-malas do carro. — Tem certeza de que não quer que eu ajude? — perguntei, abraçando meu próprio corpo para afastar o frio leve da manhã. Kai fechou o porta-malas e me lançou um olhar divertido. — Você está grávida, amor. Sua única responsabilidade é sentar-se confortavelmente e escolher uma boa trilha sonora para a viagem. Revirei os olhos, mas sorri. — Você usa muito essa desculpa para me impedir de fazer qualquer coisa. Ele abriu a porta do passageiro para mim, esperando pacientemente que eu entrasse antes de fechá-la com cuidado. Enquanto ele contornava o

