Virei a garrafa mais uma vez e senti a cerveja gelada descer queimando. - Não vou poder te acompanhar, Sara está me esperando – Olhei para o careca e depois para a garrafa no fim. - Sua mulher… - Ela não é minha – Falei e de novo uma raiva alcançou. - Mas é sua companheira cara, já puniu o culpado. - Eu quero matá-lo – Suspiro e aperto a garrafa com força. - Ele vai rodear ela de novo e eu vou quebrar ele e furar os olhos dele! - Tudo bem, mas vamos para casa, foi uma noite agitada Charlles, não posso te deixar dirigir depois de beber, não quero acordar e ver que você colocou um carro no meio de um poste e rachou a cabeça – Ele se levanta e joga a nota no balcão. - Vamos? Eu me ergui e olhei para o relógio e vi que já passava das duas. Era hora de ir para minha casa. Eu esperava qu

