Desde que ele voltou me sinto sufocada, não sei o que pensar mediante a toda a verdade que todos insistem em jogar na minha cara. Estou tentando evitar qualquer conversa que me levem a pensar que ele é inocente. Por que ainda estou com raiva. Eu sei, entendi tudo que ele passou na mão da mãe louca dele, mas isso tudo só foi possível por que ele não foi verdadeiro comigo desde o início, desde que se apaixonou por mim ao menos. E é isso que me deixa com raiva. A campainha toca algumas vezes. Deve ser um dos meus irmãos querendo pela milésima vez saber como eu estou. Toca novamente, pessoa impaciente. - Já vai impaciente! – digo abrindo a porta. - Pai? – não esperava sua visita – Oi, tudo bem? - Sim, podemos conversar? – ele estava com uma pasta nas mãos. - Claro, entra. – ele pas

