Capítulo 02:

3376 Palavras
Samantha empurrou Tyler, os olhos brilhando de raiva. - Como se atreve a me tocar?! - Foi a única forma de fazê-la calar a boca, agora a madame sabe quem manda aqui. - Tyler devolveu. - Mas você é muito petulante, eu preferia ter beijado um bezerro, um amontoado de esterco do que você. - Samantha respondeu limpando os lábios com as costas da mão. - Com certeza uma vaca sabe beijar melhor do que você. - Tyler revidou. - Eu não vou ficar nem mais um segundo aqui com você e não se atreva a me seguir. - respondeu furiosa. Samantha saiu do estábulo furiosa, as botas batendo com força contra o chão de terra. Quando olhou pra trás ela surpreendeu Tyler rindo e aquilo só serviu pra irritá-la ainda mais. Xingando em alemão ela voltou pra casa. Ainda espumando de ódio, atravessou o portão de madeira e entrou em casa pisando duro. - Cowboy i****a, seine arschloch (filho da mãe). - resmungou arrancando o chapéu e jogou no sofá. Estava prestes a soltar mais um palavrão, mas parou quando viu uma garotinha de cabelos castanhos sentada no sofá brincando com uma boneca. - Oi! - a menina sorriu um tanto sem jeito, suas bochechas ficando coradas. Samantha estreitou as sobrancelhas. Os olhos azuis dela e aquele esboçar de sorriso a fizeram se lembrar de Tyler. - Oi! - respondeu sem graça e agradeceu por estar xingando em alemão. Elizabeth desceu as escadas e sorriu ao ver a filha. - Oi querida, já voltou! Onde está seu pai? - Foi resolver um problema na estrada, achei melhor voltar do que ficar andando por ai e me perder. - Você conhece o lugar como a palma da sua mão, duvido que iria se perder. - Elizabeth sorriu. - Te garanto que quase nada mudou por aqui nos últimos anos. - Hum... Quem é essa menina?! - perguntou pra mudar de assunto. Ao ser incluida na conversa a menina abaixou a cabeça e ficou mexendo nos cabelos loiros da boneca. - Essa é a Chloe, ela mora numa fazenda aqui perto, é irmã caçula de Tyler Kane Grant. - Do Tyler?! - Samantha arregalou os olhos. - Essa menina é irmã daquele cretino?! - apontou a porta indignada. A menina a encarou arregalando os olhos e Elizabeth olhou a filha de cara f**a. - Por que está falando assim do meu irmão, você o conhece? - Desculpe eu confundi, não estava falando do seu irmão. - Sam sorriu encarando Chloe. - Tyler e seu pai se tornaram grandes amigos graças à paixão pelos cavalos e para não ficar sozinha na fazenda, Chloe passa as tardes aqui com a gente, né querida? - Lizzie sorriu. Chloe assentiu um tanto sem jeito e voltou sua atenção pra boneca. - Ah ta entendi. - Samantha respondeu puxando o braço da mãe. - Cadê os pais dessa menina? - cochichou. - Eles faleceram há seis meses. - Elizabeth respondeu com tristeza. - Estavam viajando e a caminhonete deles capotou. Desde então, mesmo sendo tão jovem Tyler assumiu a fazenda e a responsabilidade pela irmã. Samantha encarou a menina sentindo um aperto no peito. Tão pequena e já perdera os pais. Sam sabia o que era perder alguém que amava muito, mas essa dor devia ser pior quando se tratava do pai e da mãe. - Quantos anos o Tyler tem? - 26 anos e Chloe, tem 7 anos. Ele se mudou com os pais pra cá pouco depois que você foi embora. Aprendeu a lidar com a fazenda ajudando o pai, mas foi e está sendo muito difícil pra ele lidar com tudo sozinho. Ainda bem que ele tem o Ian pra ajudá-lo. - Mãe, não tem um tio, alguém que possa cuidar dela? - perguntou comovida. - Tyler até tem um irmão dois anos mais novo, se chama Eric, mas o rapaz foi estudar fora e nunca demonstrou interesse pela fazenda ou em ficar com a irmã. De qualquer forma Ty nunca mandaria Chloe pra morar com ele ou qualquer outra pessoa. Ele ama essa menina mais do que tudo no mundo e ela o idolatra, eles nunca se separariam. Ambos praticamente só tem um ao outro agora. Samantha assentiu sem tirar os olhos da menina. Percebeu que talvez Tyler não fosse um cowboy tão arrogante e metido assim. Não que ela fosse assumir isso pra ele. - Ah trouxeram as suas malas, deixei no seu quarto. - Elizabeth lembrou mudando de assunto. - Ai graças a Deus, vamos ver se quebrou alguma coisa. - Samantha se virou e subiu. - Chloe querida quer comer alguma coisa? Chloe a encarou e negou com a cabeça voltando a brincar com sua boneca. Samantha fechou a porta do quarto e abriu as malas. Ficou feliz ao ver que seus frascos de perfume e os presentes que havia trazido não se quebraram. A porta de seu quarto foi aberta surpreendendo-a. - Ah que bom que voltou! - Sarah entrou acariciando sua barriga. - Pelo amor de Deus, senta na cama antes que entre em trabalho de parto. - Sam sorriu. - Não se preocupe, seu sobrinho sabe se comportar. - a cunhada sorriu de volta. - Meu irmão esta radiante com esse bebê né? - Sam sorriu sentando ao lado dela. - Sim, não vemos a hora dele nascer, ele não para de se mexer, quer sentir? - Melhor não! - Sam levantou-se às pressas retorcendo as mãos. - Por que não?! - Sarah a olhou sem entender. Samantha mordeu o lábio inferior. Como ia explicar que queria se manter afastada de qualquer coisa que pudesse fazê-la desejar ficar na fazenda? Já havia aberto mão de tanta coisa que não queria abrir mão de mais nada quando chegasse a hora de ir embora outra vez. - Por nada, me dá um pouco de aflição só isso. - forçou um sorriso ao se virar pra ela. Sarah estreitou as sobrancelhas não acreditando muito nas palavras da cunhada. Samantha percebeu que não havia convencido então tratou de mudar de assunto. - Te trouxe um presente que você vai amar. Dando as costas ela foi até a mala e tirou um embrulho grande. - Agora que minha mala chegou posso entregar, veio de uma das melhores lojas da Suíça. - cruzou os braços com um sorriso orgulhoso nos lábios. Sarah sorriu negando com a cabeça, mas abriu os dois embrulhos. Ficou de boca aberta ao ver uma bolsa azul e uma sandália de salto alto branca e preta. - Sam! - acariciou a alça bege da bolsa e lacinhos pretos da sandália. - Gostou?! - sorriu empolgada. - Amei, são lindos, eu só não sei como vou usar essas coisas aqui. - Sarah sorriu sem graça. - Oh por favor, é uma bolsa Louis Vuitton e um sapato da Chanel, vai arrasar onde quer que for com eles. - A terra desse lugar é que vai arrasar com eles. - sorriu. - Desculpe na próxima eu te trago um par de chinelos então. - murchou. - Não seja boba, eu amei o presente. - sorriu e foi até ela, então a abraçou. - Senti sua falta cunhada. - Também senti a sua, de todos vocês. - Sam sorriu sendo o mais sincera possível. - Então pare de repelir aquilo e as pessoas que você ama. - Sarah piscou pra ela. Samantha ficou sem reação diante das palavras da cunhada que parecia capaz de ler seus pensamentos. Sarah puxou a mão de Sam espalmando-a sobre sua barriga. Ela congelou no lugar e seus olhos brilharam quando ela sentiu algo cutucar sua mão. - Sentiu?! - Ele mexeu?! - os lábios dela se escancararan. - Sim... Esta dando boas-vindas à tia dele. - Sarah sorriu à beira das lágrimas. Samantha riu emocionada e não conseguiu fingir que não ligava pro bebê que iria chegar. - Oi garotão, sabia que tem um monte de gente aqui fora que não vê a hora de te conhecer? O bebê se mexeu lá dentro como se respondesse, arrancando gargalhadas das duas. Tyler bateu a porta da caminhonete e se aproximou de onde Henry, Ian e Letícia estavam. - Ele está muito ferido? - encarou o potro. - Não, mas vai precisar de cuidados, quase quebrou a pata. - Ian respondeu. - O que aconteceu exatamente? - Tyler perguntou ajeitando o chapéu. - Ele foi atropelado, se perdeu do resto do bando e um carro o pegou. - Letícia respondeu. - E o motorista não parou pra ajudar, por quê? - Tyler perguntou irritado. - Porque era Ramon Gardela o motorista. Tenho certeza de que o atropelou de propósito. Sabe que eu e ele nunca nos demos bem. - Henry respondeu. - Vou colocá-lo na sua caminhonete que é maior ok? - Tudo bem! - Tyler concordou. - Onde está a Sam? Pensei que viria com você. - Henry observou. - Ela preferiu voltar pra sua casa. - Tudo bem. - Henry suspirou. Samantha desceu as escadas e se surpreendeu ao ver que estava entardecendo e Chloe permanecia na mesma posição de uma hora atrás. Estranhando ela foi até a cozinha atrás da mãe. - Mãe! A Chloe é assim mesmo? Tem quase uma hora que eu cheguei e ela ta do mesmo jeito no sofá. - Ah filha ela é assim mesmo, na verdade ela ficou assim, mais retraida depois que os pais morreram. - Hum! - respondeu e espiou a menina pela porta. - Só o irmão consegue fazê-la se parecer como antes. Sem aguentar ficar sem fazer nada Samantha se aproximou. Há três anos não lidava com uma criança, então torceu pra não ter perdido a prática. - Run... Oi! Lembra de mim né? Eu sou a Sam. - sorriu sem jeito e sentou no sofá de frente pra ela. - Sim, sei quem você é. Chamou meu irmão de cretino. - Chloe respondeu de cabeça baixa. Samantha se perguntou como ela não havia se cansado de ficar ali mexendo no cabelo daquela boneca. - É... Foi sem querer. Você pode, por favor, não contar pra ele? Além do mais não é bom você ouvir essas palavras feias. - Tudo bem não vou dizer nada. - a garota a encarou. - Valeu! - Sam sorriu se simpatizando ainda mais com ela. - Você parece ser legal, to gostando de você. - Chloe sorriu de leve e suas bochechas coraram. - Mesmo eu tendo xingando seu irmão, sem querer. - Tudo bem, você não é a única que faz isso. - Chloe sorriu. - E você parece ser legal. - Obrigada você também é muito legal, Chloe. - Sam sorriu achando o jeitinho dela fofo. - Me lembrou a mamãe quando ficava brava com meu pai e o Ty. - ela respondeu e ficou triste de novo. Samantha a encarou sem saber o que dizer, queria tirar de algum jeito aquele semblante triste do rosto dela. - É... Você e seu irmão tem olhos azuis muito bonitos, sabia? - Obrigada, puxamos o papai. - Chloe sorriu e Sam ficou feliz com aquele pequeno avanço. - E o seu cabelo é muito bonito também. - sorriu sentindo vontade de acariciar os cabelos dela. - Obrigada! Mamãe sempre fazia trança no meu cabelo, mas agora eles sempre ficam soltos assim. - Ah é e você queria trançar eles de novo? - Uhum, mas em casa não tem ninguém pra fazer e meu irmão é um desastre quando o assunto é mexer no meu cabelo. - Chloe negou com a cabeça. - Ele nem sabe fazer um r**o de cavalo direito. - revirou os olhinhos. - Fica f**o e todo torto. Samantha não conseguiu deixar de rir ficando mais encantada com o jeito dela. - Bom se você deixar eu posso trançar, prender, fazer uns penteados bem legais no seu cabelo. - Uhum, eu deixo sim! - Chloe concordou feliz com a ideia. O barulho de caminhonete chegando interrompeu as duas e Chloe levantou o rosto na mesma hora. Em poucos segundos uma batida soo na porta e a mesma se abriu devagar. - Com licença! - Tyler pediu. - Ty! - Chloe sorriu com os olhos brilhando e pulou do sofá. Samantha ficou de pé sentindo sentindo um frio na barriga ao lembrar do beijo que haviam trocado. - Oi! - Tyler a pegou no colo, um sorriso apaixonante no rosto. - Pronta pra ir pra casa? - Aham! - Chloe assentiu animada. - Então se despede de todo mundo. - ele sorriu colocando-a no chão. Chloe correu até Samantha e a surpreendeu quando envolveu os braços em torno de sua cintura. Tyler também ficou surpreso, Chloe não teria feito aquilo se Samantha não a tive conquistado primeiro. - Tchau Sam! Eu volto pra você mexer no meu cabelo. - Ok, volta sim! - ela respondeu surpresa e só teve tempo de roçar os dedos pelos cabelos de Chloe quando a garota a soltou e correu pra cozinha. - Sabe de uma coisa cowboy. - Samantha sorriu se aproximando, não ia perder a chance de provocá-lo. - Ao contrário de você, Chloe é uma graça. - Então você gostou da minha irmã?! - Tyler sorriu cruzando os braços. Os pés cruzados na altura do tornozelo e a postura relaxada encantaram Samantha de forma irritante. - Não tem como não gostar, ela não fede a esterco e é bem mais civilizada que você. - respondeu de queixo erguido com um sorriso convencido nos lábios. - Bom, contanto que você não a transforme numa patricinha, não terei nada contra ela continuar vindo aqui. - sorriu com ironia desmanchando o sorriso de Samantha, fazendo com que ela o encarasse com raiva. - Antes patricinha do que um insuportável petulante como você. Chloe voltou naquele momento impedindo Tyler de dar uma resposta merecida a Samantha. - Vamos! - ela sorriu e acenou mais uma vez antes de sair da casa e descer as escadas. - Boa noite madame! - Tyler tocou no chapéu fazendo um cumprimento e saiu. Samantha bufou contendo sua vontade de lhe dar uma resposta atravessada. Tyler entrou no carro e fechou a porta do Renault Duster preto. Seus olhos focaram na irmã e ele sorriu. - Então você gostou da Samantha? - estreitou as sobrancelhas. - Aham, ela é legal, disse que vai fazer quantos penteados eu quiser no cabelo. E ela chamou você de cretino! - Chloe respondeu sorrindo pro irmão. - AH! Não era pra eu te contar. - fez uma careta, tapando a boca com as duas mãos. - Ah é? Ela me chamou de cretino! E o que mais aquela patricinha suíça falou de mim? - Disse que a gente tem olhos azuis muito bonitos. - Chloe sorria ao responder. - Ah ela disse isso também?! - sorriu encarando a irmã. - Uhum! - ela assentiu com um sorriso sapeca nos lábios. Tyler riu e encarou a enorme casa. Lembrou do beijo que dera em Samantha e sentiu vontade de repetir a dose, mas dessa vez não seria para calar a boca dela e sim por outra coisa. Samantha suspirou olhando pela janela enquanto o carro se afastava. - Cowboy metido! - suspirou sem conseguir esquecer o beijo. - O que disse filha? - Nada, o pai está no estábulo? - Sim, parece que atropelaram um potro e não pararam pra socorrer. - Eu vou lá ver! - respondeu e saiu batendo a porta. Quando chegou ao local, Sam se assustou ao ver o estado do potro. Ian, Letícia, seu irmão e o pai rodeavam o animal. - Meu Deus ele está bem? - Sim, estamos fazendo uns curativos nele. - Letícia respondeu. - Mas o atropelamento foi f**o, tivemos que dar ponto nas patas traseiras. - Ian completou. - E o i****a que fez isso não ajudou, por quê? - cruzou os braços irritada. - Porque foi Ramon Gardela quem fez isso, acho que você se lembra dele né, filha? - É um i****a! Vocês deviam ir atrás desse cara. Se eu fosse vocês faria isso. - Esqueça isso, Sam. - Steven respondeu. - O potro está bem é isso que importa. - Onde esse cara mora?! - Seu irmão já disse pra você esquecer isso. - Henry a olhou sério. Sabendo que não ia conseguir nada com eles Samantha deu as costas e voltou pra casa. - Saco! - ela bateu a porta ao entrar. Crescera ouvindo seu pai falar da rixa entre as fazendas Lawrence e Gardela e agora o i****a atropelara um dos potros mais valiosos da fazenda e seu pai não iria fazer nada a respeito? Fuzilando a sala ela viu a boneca e se deu conta que Chloe a havia esquecido ali. - Mãe eu vou dar uma saída e já volto. - Aonde você vai?! - Eu não demoro! - pegou a boneca que estava no sofá e saiu levando as chaves do carro do irmão. Entrou batendo a porta do Volkswagen Cross Fox branco e saiu acelerando. - Vamos ver se ninguém vai fazer algo a respeito. Tyler estranhou quando viu o carro de Steven se aproximando, mas o susto foi ainda maior quando ele viu Samantha descendo do carro. Ainda espantado ele saiu de casa, desceu os degraus e foi ao encontro dela. - O que está fazendo aqui? E como me achou? Samantha assoviou ao ver a casa enorme tão grande quanto o restante da fazendo de Tyler. - Pra um cowboy arrogante você tem uma fazenda e uma casa e tanto. - ela sorriu batendo a porta do carro e trazendo a boneca. - Vim perguntando por você, é bem famoso por aqui. A porta se abriu outra vez e Chloe desceu os degraus vestindo pijamas. - Sam, você trouxe a minha boneca. - Sim, você deixou em casa e vim te devolver. - sorriu se abaixando. - Obriga! - Chloe pegou e abraçou a boneca. Samantha sorriu ficando de pé e seu sorriso se desfez ao ver o jeito que Tyler a olhava. - O que foi? - cruzou os braços na defensiva. - Veio aqui só pra devolver a boneca da minha irmã ou algo mais? - cruzou os braços, imitando-a, um sorriso arrogante formando em seus lábios. - Não seja convencido Grant Grande Coisa. - ela revirou os olhos. - Grant Grande Coisa, essa boa. - ele riu debochado. - Ué não é assim que você é conhecido aqui? - ela devolveu cruzando os braços e empinando o nariz. - Quase acertou madame, quase. - ele piscou pra ela, - Vocês dois são engraçados juntos. - Chloe observou com um sorriso no rosto olhando de um para o outro. Tyler e Samantha se encararam sem saber o que dizer. Constrangida, ela abaixou a cabeça. - É... Run, eu vim devolver a boneca e também preciso da sua ajuda com uma coisa. - Estou ouvindo madame. - ele sorriu pra provocá-la. Samantha respirou fundo contendo a vontade de xingá-lo em consideração à Chloe. Tyler riu vendo que tinha conseguido irritá-la e agradeceu Chloe estar ali ou teria recebido uma resposta bem atravessada. - Quero que me ajude a encontrar Ramon Gardela. - O que quer com esse cara? - Meu pai e meu irmão não quiseram me dar o endereço, aquele idiota... Run, desculpe os termos Chloe. - sorriu pra menina. - Aquele cara quase matou o potro da fazenda e eles não querem fazer nada a respeito. - Hum e você quer? - ele perguntou num postura relaxada, os dedos brincando com os cabelos da irmã. Estranhamente Samantha se pegou observando o gesto e aquilo mexeu com algo dentro dela. - Sim! - o encarou sentindo o rosto esquentar. - Pode me dar o endereço de onde posso encontrá-lo, por favor? - Oh ela conhece a palavra por favor. - provocou arregalando os olhos. - Será que dá pra ser civilizado como a sua irmã e responder se pode me ajudar ou não. - ela cruzou os braços irritada. Tyler sorriu sentindo vontade de puxá-la pelo braço e enche-la de beijos até desmanchar aquela tromba. - Ok, vamos entrar! - assentiu sorrindo e o jeito como ele sorriu a desarmou. - Oba, eu vou te mostrar meu quarto. - Chloe sorriu animada dando pulinhos alegres.
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