Laila No dia seguinte quando desço e me preparo para chamar um táxi para ir ao trabalho, a porta de um carro preto encostado em frente ao prédio é aberta e o motorista do Théo aparece. — Bom dia Senhorita Roux, o senhor Delacroix me pediu para levá-la ao trabalho. — Bom dia Carlos! — Respondo meio sem jeito. — Mas eu tinha dito ao Theodoro que não precisava. — Falo meio murmurando porque eu estava sem graça com a situação. Eu não estava acostumada a ir para o trabalho num carro como esse, as pessoas certamente notariam. Nesse momento passa pela minha cabeça recusar, mas como se tivesse advinhado minhas intenções mue telefone toca e quando o pego na bolsa, era ele. — Oi. — Oi Ruiva. Por que não entrou no carro ainda? — Olho em volta me perguntando se ele estava me vigiando. — Como sa

