O carro começa finalmente a desacelerar e quando eu olho em volta vejo que estamos no pedaço de chão mais caro da cidade. Estamos entrando no estacionamento subterrâneo. de um prédio que vi apenas de de relance quando passamos, mas que pude ver o luxo e a segurança do lugar. Quando o carro para e Carlos abre a porta para nós, Théo libera ele e me conduz para o elevador. quando chegamos no último andar não posso deixar de me retrair quando paramos em frente ao que parece ser a única porta do corredor. Théo parece perceber porque ele me abraça e sussurra próximo ao meu ouvido... — Não será como no hotel ruiva. Eu nunca trouxe nenhuma outra mulher aqui. Isso me deixa mais tranquila. Ele então puxa um cartão do bolso e o aproxima da porta. Quando entramos no apartamento começo a olhar volt

