Capítulo 20

1987 Palavras
Se Alfonso dissesse que estava bem, estaria mentindo, faziam quase uma semana que ele não conseguia ver Anahí, primeiro por causa dos problemas na empresa e depois porque Gastón o cobrava mais para lhe permitir que entrasse no cassino. Ele bufou com raiva por se sentir chantageado, embora ele precisasse muito ver Anahí, não voltou a vê-la. A falta de notícias o estava matando, ele precisava saber se ela estava bem, que ninguém tinha tocado nela, que ela ainda era dele. Carlos entrou em sua sala e viu seu afilhado irritado. Carlos: O que você tem? Alfonso: Nada! Só alguns problemas com a empresa. Disse meia verdade. Carlos: Bom, era sobre isso que queria falar. Alfonso: Algo me diz que não é uma boa notícia. Carlos: Não é nada fora do normal, porém como você está estressado e irritado, creio que a notícia não será bem recebida. Alfonso: Então fale. Carlos: Diana está com problemas nas negociações com os irlandeses. Alfonso bufou - Ela bem que tentou, fez um ótimos trabalho, mas eles só irão fechar negócio se você for até lá. Alfonso: Era só o que me faltava. Bufou com irritação. Carlos: Você sabe que precisamos fechar esse contrato. Alfonso: Eu sei. Carlos: Posso pedir que preparem seu jatinho? Alfonso: Não tem outro jeito. Carlos: Pelo mesmos você irá ver a Diana. O consolou com deboche. Alfonso: Como se isso fosse bom. Reclamou. Carlos riu. Carlos: Vou pedir que preparem tudo para amanhã. Alfonso assentiu. Assim que Carlos saiu Alfonso pegou suas chaves, carteiras. Ao sair pediu a sua secretária que cancelasse todos os seus compromissos restantes do dia e mais um depósito para conta de Gastón. Anahí já estava quase melhor, o clima ali ainda era estranho, Angelique excluída e todos temiam Dulce. Ninel: Está bem melhor. Disse ao ver Anahí em frente ao espelho. Anahí: Sim, mas por dentro vai demorar a cicatrizar, ou talvez não cicatrizes nunca. Disse magoada. Ninel: Eu sinto muito, querida. Eu prometi ao Alfonso que te protegeria e falhei. Anahí: A culpa não é sua. Você sabe se alguém teve notícias do Alfonso? Ninel: Não sei de nada. Ele não voltou, né? Anahí: Sim, ele não voltou. Talvez tenha percebido que não vale a pena se arriscar afinal de contas ele já teve o que queria. Disse olhando para o chão, chateada. Ninel: Não pense assim. Disse se levantando e tocando os ombros de Anahí. Anahí: As vezes eu me esqueço que aqui só servimos para o prazer, só nós corpos que servem. Disse com mágoa. Ninel: Ele não te vê assim, eu tenho certeza. A consolou. Anahí: Então por que ele não voltou? Alfonso: Por que aconteceram coisas no meu trabalho. Disse fazendo as duas se assustarem. Anahí corou ao vê-lo e saber que ele tinha escutado o que ela disse. Ninel: Bom, eu já vou. Disse saindo e deixamos os dois a sós. Alfonso: Anahí...Disse a olhando - Que marcas são essas? Ela engoliu a seco. -Você .... alguém te tocou? Disse a observando. Anahí: Eu...er... ela não sabia o que dizer, não dava para negar, as manchas ainda estavam ali. Alfonso: A verdade. Exigiu e foi se aproximando dela e ao vê-la melhor se chocou com os hematomas no rosto, nos braços e colo. - Meu Deus! O que aconteceu com você? Disse em um tom baixo e perigoso. Anahí: Alfonso... Alfonso: Eu vou matar o filho da p**a que tocou em você. Disse e começou a andar pelo quarto feito um animal enjaulado, a sensação dele era que iria sufocar. - Q.u.e.m.f.o.i? Ela se assustou ao ver os olhos dele de puro ódio. Anahí: Eu quero que você me prometa que não vai fazer nada! Ela tentou ser firme e ele riu, um riso ácido sem nenhum humor. Alfonso: QUEM FOI? Gritou perdendo toda Calma. Anahí: Alfonso...me prometa. Alfonso: Anahí, eu quero matar o filho da p**a, destroça-lo até as estranhas se revirarem e arrancar o coração dele com as minhas mãos. Eu não vou prometer. Disse ameaçador a assustando. Anahí: Foi o Gastón, na noite que você saiu daqui. Ele me bateu e me deixou para morrer. E você não vai fazer nada, porque se fizer eu irei pagar novamente e sua irmã também. Eu sei que está com raiva, mas não pode fazer nada, será pior. Alfonso: VOCÊ É MINHA, ELE NÃO PODE TE TOCAR. Ele respirava com dificuldade e por mais estranho e doentio que fosse ela sentiu algo a sacudir ao ouvi-lo dizer que ela era dele. Anahí: Eu pensei que não me quisesse mais. Não voltou. Disse e isso o desarmou. Alfonso: Aquele filho da p**a pediu mais dinheiro para eu vir te ver, eu queria te ver, eu precisava, sabia que tinha alguma coisa errada. Mas estou com problemas no meu trabalho, por isso demorei. Mas eu estou aqui para você. Ela sorriu. Anahí: Eu..eu..senti sua falta. Confessou corada. Ele sorriu. Alfonso: Eu sinto sua falta todo dia. Se aproximou dela e a puxou pelo braço fazendo-a colar seu corpo no dele. - Você acha...que.. Anahí: Eu estou bem, eu quero. Ele a beijou sem calma, com desejo, com t***o. Sentiu a língua dela em sua boca e se permitiu mergulhar naquela sensação. Alfonso: Preciso de você. Ele disse afoito após interromper o beijo. Segurou o vestido dela pelo decote e com toda força o rasgou ao meio, a assustando. Mas ele sequer deu tempo dela processar alguma coisa, porque a boca dele já estava no corpo dela, a marcando, chupando e mordendo. A jogou cama sem gentileza. - Eu quero meter tão fundo em você. Ela só conseguia gemer. Rasgando a calcinha dela, ele abriu as pernas dela, e Anahí sentiu seu corpo pegar fogo com a língua de Alfonso bem na sua b****a, ele lambia, chupava, sugava cada pedacinho. Anahí: Oh...oh...Poncho...gemeu alto agarrando os cabelos negros dele e isso só fez com que ele sugasse seu ponto mais sensível a levando para o abismos. Ela arqueava o corpo e gemia sem controle. Os gemidos descontrolados dela só o incentivava ainda mais. Alfonso: Goza! Goza na minha boca. Pediu autoritário. Anahí sentia seu corpo todo se contrair e uma sensação avassaladora tomar conta de si, ela sentiu o abismo e caiu nele, como uma descarga elétrica, gozando e gritando por ele. Para Alfonso ver Anahí tão entregue, tão mulher e ao mesmo tempo tão ingênua, gritando por ele, gozando para ele, aquilo o deixava louco. Ele nunca se despiu tão rápido em sua vida, ele só queria meter nela tão fundo a ponto de perder qualquer razão. Anahí gemeu alto ao ser penetrada tão forte e tão fundo. As pernas dela circularam o quadril dele. E ele metia com vontade, um gemendo no ouvido do outro, se arranhando, se marcando. Mas aquilo ainda parecia pouco demais. Ele saiu de dentro dela e abriu ainda mais as pernas dela. Alfonso: Mãos acima da cabeça. Ela obedeceu e ele a segurou com uma das mãos e a outra ele segurava na cabeceira da cama. - Se eu te machucar ou ficar desconfortável pra você, me fala que eu paro. Anahí assentiu ainda sem entender. E foi muito rápido ele a penetrou com ainda mais força, tomando impulso cada vez mais forte, claro que ela se sentiu desconfortável no incio, mas o prazer que estava sentindo, a sensação dele dentro dela, isso afastou qualquer incômodo. Os joelhos dela se flexionaram quase indo até os ombros dele, fazendo os dois o sentirem mais fundo. Anahí: Pon...Cho... Gemeu extasiada. Alfonso: Minha, você é minha. Anahí não conseguia controlar os gemidos e claro que Alfonso a fazia querer gritar ainda mais. Ela sentiu novamente todo seu corpo se preparar para o orgasmos, e ele sentiu a b****a dela o aperta ainda mais, era ainda mais gostoso. Ele intensificou ainda mais as estocadas e Anahí se deixou vir. Agarrando a mão dele com força, o mordendo pelos ombros e o apertando, e orgasmo dela trouxe o dele. Ambos gemendo ofegantes. Ele se deitou ao lado de Anahí e os dois ainda respiravam com dificuldades, era óbvio que aquelas marcas no corpo dela, marcas não de amor, nem de um momento de t***o, marcas que não foram causadas por ele, o estava matando, ele queria matar o Gastón, queria socá-lo até a morte, ou quem sabe o destroçar até o coração dele parar, mas sabia que Anahí tinha razão. Se fizesse algo agora, seria ela ou Maite a pagar, e isso ele não permitiria. Anahí: Não estou reclamando, mas hoje.. você estava tão... Alfonso: Tão o que? Perguntou achando graça. Anahí: Não sei a palavra correta. Disse ainda envergonhada. E ele sorriu adora o jeito menina dela e também o jeito dela de ser mulher na cama, era uma Junção perfeita na opinião dele. Alfonso: Tão Fogoso? Sedento? Cheio de t***o? Ele ia falando e ela corava até ele estar em cima dela novamente a beijando e ela o acolhendo de bom grado. Enquanto as outras, umas estavam na cozinha e as outras na sala. Dulce: O Herrera deve tá mandando ver lá em. Os gemidos da Annie estão vindo aqui. Cláudia e Belinda riram. Cláudia: Sorte dela, quem não iria querer aquele homem? Belinda: Ainda mais se ele for gentil como dizem. Dulce: Não acho que ele deve está sendo gentil, eles devem estar trepando como animais. Elas riram. De longe Angelique olhava se lamentando por não estar lá. Pelo escolha errada que fizera pela dor que ainda sentia ao saber de sua irmã. Ninel: Sinto muito pela sua irmã. Disse ao se aproximar. Angelique: Você já sabia? Ninel negou. Ninel: Não, eu soube no mesmo dia em que você. Eu entendo o motivo pelo que fez, mesmo tendo a escolha de nos pedir ajuda, juntas somos mais fortes Angel. Angelique: Eu me arrependo tanto. Disse com sinceridade. Ninel: Agora só com tempo, para recuperar a confiança delas e faça por merecer. Angelique assentiu. Quando as horas passaram e as garotas começavam a se arrumar para descer, Alfonso vestia suas roupas, e Anahí o observava com um sorriso discreto. Anahí: Eu pensei que fosse passar a noite aqui, como das outras vezes. Alfonso sorriu. Alfonso: Eu queria, muito mesmo, mas preciso ir para casa, eu saí da empresa sem avisar nada a Maite. E bom. Ele suspirou e se sentou ao lado dela na cama. Anahí: O que foi? Alfonso: Eu vou precisar fazer uma viagem de negócios, espero não demorar muito para voltar. Anahí: Quando você vai? Perguntou um pouco chateada. Alfonso: Amanhã, mas prometo que será rápido. Ele deu um selinho nela. Eles ainda se despediram com um beijo e assim que ele se foi Anahí não sabia o porquê, mas sentiu o coração ficar apertadinho, uma dor que ela não entendia. No dia seguinte Alfonso embarcou e em quase 16 horas de vôo, ele desembarcou na Islândia. Muito cansado ele se dirigiu até o Hotel em que ficaria hospedado e logo no hall do prédio foi recebido por uma Diana sorridente que logo abraçou e o beijou cheia de saudades, ele correspondeu, mas aquilo no íntimo o revirou, parecia malditamente errado, principalmente há quase um dia que tinha transado com Anahí, como um louco. Diana: Que bom que veio. Finalmente poderemos fechar o negócio e aproveitar esses dias juntos. Sorriu com malícia. Alfonso: Diana, eu estou cansado. Disse ao entrarem no quarto ele já sabia o que ela queria e não estava afim. Diana: Descanse, amor. Teremos tempo. Ele suspirou e foi para o banheiro, queria tomar um banho e descansar ele já previa que aquele viagem seria cansativa. Dividir o quarto com a Diana não era algo que queria, muito menos t*****r com ela, não agora que Anahí o completava de todas as formas. Ele podia sentir o toque dela, o cheiro dela. Ele só queria voltar, voltar para ela, mas ele ainda tinha uma reunião e uma Diana para enfrentar.
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