Capítulo 13

1209 Palavras
Maite estava achando aquilo muito estranho, era a segunda noite que o irmão passava fora, ela sabia que as vezes isso acontecia, principalmente quando Diana viajava, mas nunca foi de dormir fora de casa duas noites seguidas, era raro, as vezes isso acontecia, uma ou duas vezes por semana. Isso a deixava desconfiada, estava em estado de alerta. Mane: No que tanto pensa, meu amor? A abraçou por trás. Maite: O Poncho não dormiu em casa de novo. Mane: Meu amor, seu irmão é bem grandinho sabe o que faz, ele e a Diana tem esse relacionamento e acredito que a própria saiba dos chifres que tem. Agora não fique imaginando coisas. Desse ser só um casinho passageiro. Ela assentiu, mas não estava convencida, tinha alguma coisa e ela iria descobrir. O que Maite não fazia ideia era que o irmão estava muito bem, ele tinha acabado de acordar e sorriu ao ver Anahí dormindo sobre o peito dele, depois da transa na banheira eles repetiram na cama, e só de lembrar já dava vontade de repetir. Aquela garota o deixava louco. Ele acariciou os cabelos dela, estava em dúvida se levantava e saía sem fazer barulho ou se a acordava. Não fora preciso muito tempo para decidir Anahí acabou despertando e ao vê-lo sorriu. Anahí: Você ficou! Disse contente. Alfonso: Fiquei. A virou fazendo.os dois ficarem frente a frente. Ele a olhou, e não resistiu. Anahí foi pega de surpresa ao sentir os lábios dele nos seus. Um beijo sem gentilezas, um beijo que incendiava, ela já sentia as primeiras chamas de desejo se apossar sobre seu corpo e isso se intensificou quando Alfonso ficou por cima. Ele desceu a boca até os s***s dela, os chupando e sugando cada mamilo, ela envolveu as pernas no quadril dele por puro instinto, o corpo já estava se acostumando com as carícias. Ele gemeu ao senti-la tão entregue. Alfonso: Não dá para esperar. Disse ofegante, senti-la totalmente pronta para ele, era tortura demais. Anahí: Então não espere. Disse enquanto o arrranhava nas costas. Ele a penetrou sem aviso nenhum, mas o foi o deleite para os dois. Os corpos se chocavam, ela estava tão entregue naquilo e ele já adorava a forma como o corpo deles se moldavam. Ele a virou e foi a vez dela ficar por cima. Ela jáa sabia, ela descobriu como buscar o próprio prazer em cima dele e para Alfonso ter aquela visão, era enlouquecedor. Ela jogou a cabeça para trás enquanto ia e vinha montada nele, gemendo totalmente entregue, nem parecia a garota tímida de antes, estava se tornando a amante perfeita. Ele apertou os s***s dela, a sentindo apertada, ela apoiou as mãos no peitoral dele, e o encarou cheia de desejo, os olhos antes azuis agora ainda mais escuros. Alfonso: Caramba! Eu...Ele nem conseguia formar uma frase, a olhar daquele jeito, ver a luxúria nos olhos dela, a sentir daquela forma. Anahí: Eu sei, vai. Ela disse quase como um gemido. Se movimentou ainda mais rápido o levando ao climax ele não conseguiu controlar ao senti-la o apertar daquele jeito, e quando ela sentiu o g**o dele dentro de si foi a vez dela se entregar, se quebrando em mil pedacinhos por dentro, sentindo todo seu corpo se contrair, caindo por cima dele. Alfonso: p**a que pariu! Disse ao senti-la ainda mais apertada, ele ainda estava duro. Ela sorriu de leve. Anahí: Você ainda... Disse ainda sem acreditar. Ele a virou na cama saiu de dentro dela, foi inevitável Anahí não sentir um vazio. E gemeu frustrada. Ele acariciou o c******s dela. E sensível do jeito que estava não demoraria. - O que... Se perdeu ao ver a cabeça dele entre sua pernas e ao sentir a língua dele sugando seu c******s. - Alfonso! Ele sorriu ao ouvi-la gemer o nome dele. Puxou o cabelos dele. E ele sentiu que ela estava mais que excitada. Entrou nela mais uma vez e se perdeu ali, se perdeu nela até atingir o clímax mais uma vez, ainda mais forte que antes. O problema é que nem todos acordavam tão bem como Anahí e Alfonso. Angelique acordou irritada além de ter que passar a noite com dois homens nojentos ela ainda viu Alfonso sair do quarto de Anahí, como no primeiro dia, só que agora os dois pareciam bem mais íntimos e piorou quando ele a beijou, não um beijo qualquer um beijo cheio de desejo, de t***o, viu a mão dele apertar a b***a dela e ainda conseguir um gemido fraco dela. Aquilo só serviu para piorar o seu humor. Durante o café ela e Belinda permaneceram caladas. Cláudia: O que vocês têm? Belinda: Fui obrigada a dormir com o nojento do Luís de novo. Disse enjoada. Cláudia: Pensei que depois do leilão você e o Ucker voltariam a subirem juntos. Belinda: Eu também pensei, mas assim que ele viu a Dulce na sala de jogos não demorou para os dois subirem. Ele a quer, eu vi nos olhos dele. Cláudia: Bom, ela é muito bonita e é a novidade aqui. Ela e Anahí. Angelique: Não fale o nome dessa garota perto de mim. Cláudia: O que foi agora? Angelique: Alfonso dormiu com ela de novo, eu vi os dois aos amassos na porta do quarto dela. Cláudia: Angel, larga disso. Ele nunca quis nada com você, com ninguém aliás. Belinda: E você vai ter que aturar os dois juntos, ela é a protegida dele. Angelique: Que ódio! Disse se levantando da mesa. Cláudia: Espero que ela se conforme. Belinda: Eu também, apesar de tudo a Anahí não tem culpa. E eu sei que nem a Dulce tem. Mas é muito difícil ver o Ucker com ela. Disse prendendo o choro. - Eu gosto dele, Clau. Cláudia: Eu sei, amiga. Mas nós não podemos nos apaixonar. Não podemos gostar de ninguém aqui, seria ainda pior, porque eles vêm em buscar de prazer e não de amor. E no final quem vai sofrer somos nós. Ou você acha que algum deles nos assumiria? Para compromisso sério eles procurariam as mulheres da sociedade, gente tão rica quanto eles, fora os comprometidos que deixam suas esposas e namoradas em casa para virem aqui. No fim, se apaixonar por um deles é pedir para sofrer. Belinda assentiu sabia que Cláudia tinha razão, pena que era tarde demais para ela seguir aquele conselho, já estava apaixonada por Ucker. Maite trabalhava tranquilamente quanto viu o noivo entrar em sua sala com uma pasta na mão, e estava totalmente sério. Maite: O que foi? Mane: Estava fazendo o último balancete e olha isso. Entregou a pasta a ela. Maite arregalou os olhos. Maite: O que? É uma quantia muito alta. Mane: Sim, se você não fez a transferência, o único que poderia... Maite assentiu e saiu da sala. Alfonso se assustou com o rompante da porta sendo aberta e Maite entrar. Maite: Pode me explicar o que isso? Uma transferência de quantia tão alta. Para quem você fez uma transferência de um milhão, Alfonso? Ele arregalou os olhos, tinha se esquecido que Maite poderia tomar conhecimento daquilo. Esqueceu que o cunhado era o diretor financeiro da empresa. Alfonso: Eu posso explicar. Maite: Estou esperando que me explique. Disse cruzando os braços.
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