Kael inalou fundo, como se aquelas palavras tivessem atravessado diretamente o seu peito. — Não diga isso. Sussurrou, mas Elisa balançou a cabeça, desesperada. As lágrimas corriam novamente. Apenas era capaz de falar. — Meses, Kael. Meses contigo. Meses tentando e nada. Nem um atraso, nem um sintoma. Nada. Nem mesmo. A sua voz se cortou. — Nem mesmo uma esperança mínima. Kael a girou suavemente entre os seus braços para poder vê-la. Os seus polegares limparam as suas lágrimas com uma paciência infinita. Ele estava tão afetado quanto ela, não suportava vê-la assim, mas sua prioridade era oferecer apoio. — Não há nada de errado com o seu corpo. Disse com uma firmeza que não deixava espaço para discussão. Mas ela m*al conseguia olhá-lo. — Então por quê? Sussurrou, como uma menina perdid

