Marcos: Acordei cedo, mesmo tendo dormido m*l. O colchão do hotel era firme demais, ou talvez fosse a ansiedade que me impedia de descansar de verdade. O dia anterior havia sido intenso. Ver o grão de arroz pulsando na tela do ultrassom foi algo que eu não estava preparado para sentir. Era uma vida, minha vida, crescendo dentro da Bianca. E ela ali, tão frágil e forte ao mesmo tempo. Tomei um banho demorado, tentando relaxar. Depois vesti uma camisa clara, jeans e sapatos confortáveis. Peguei o celular e chequei mensagens. Não havia nenhuma nova de Bianca, mas Pedro havia mandado um "obrigado por ontem" seco. Pelo menos isso. Desci para tomar café no salão do hotel. Não consegui comer muito, então resolvi caminhar um pouco pelas redondezas. Precisava pensar. Precisava encontrar um lugar
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