A porta da suíte presidencial fechou-se com um clique abafado, selando o mundo lá fora como se estivessem dentro de uma bolha de desejo e luxo. O ambiente era familiar, mas sempre novo quando eles estavam juntos — sofisticado, envolto por paredes de vidro que revelavam a cidade lá embaixo, um mar pulsante de luzes cintilantes, como estrelas caídas à terra. O brilho da metrópole refletia-se no mármore frio, nos móveis escuros e na dança lenta das cortinas translúcidas que delineavam o espaço da cama, como véus de um templo consagrado ao prazer. Claire entrou primeiro, os saltos finos marcando um ritmo quase hipnótico contra o piso gelado. Saymon veio logo atrás, imponente e silencioso, tirando o paletó com um movimento fluido e sensual, como se estivesse se despindo para ela antes mesmo

