Claire ajustou a alça do vestido diante do espelho com um gesto quase mecânico. O tecido acetinado, de um tom prata escuro que beirava o enigmático, deslizava sobre sua pele como se tivesse sido feito sob medida para ela — ou talvez por ela ter sido moldada para ele. Não era apenas uma roupa; era uma declaração silenciosa da vontade de Saymon. A peça, escolhida por ele, tinha um corte impecável e discreto, com uma f***a que terminava na altura da coxa, revelando apenas o suficiente para sugerir, nunca exibir. Ela se virou de lado, examinando os detalhes sutis: o decote equilibrado, o caimento preciso, à forma como o tecido capturava a luz em pontos estratégicos. O vestido não gritava presença — sussurrava sofisticação. Era sensual sem ser vulgar, provocante sem ser óbvio. Saymon sempre so

