41 NIKOLAI — Os exames acabaram de voltar — o médico me informa quando eu volto para o quarto de Slava após uma breve pausa para o banheiro. — Envenenamento por Salmonela. Minha respiração escapa da minha garganta firmemente cerrada quando uma onda de alívio bate em mim. Eles já pararam os vômitos de Slava e deram a ele fluidos intravenosos, mas até este momento, não tínhamos ideia do que o deixou tão doente. Salmonela. Não é um veneno exótico do qual não haja cura. Porra de salmonela. Viro-me para Lyudmila, que tem a infelicidade de ser a única outra pessoa no quarto. — Você o deixou tocar em carne crua ou ovos? Ela empalidece. — Não, eu juro! Ele nem comeu ovos hoje, a menos que... — Seus olhos se arregalam e ela pressiona a mão na boca. — Ah, não. — O quê? Desembucha. — Massa

