Aos poucos vou acordando de um cochilo merecido após uma maratona de sexo, com o corpo todo mole ainda dos orgasmos e do sexo maravilhoso, sinto um leve ondular no barco, não como o que notei assim que pisei os pés no iate, mas bem mais acentuado. Percebo que alguém entrou no quarto, mas meu corpo não reage da sua languidez então decido fica onde estou, deitada e aconchegada nos lençóis macios. Sinto mãos fortes passearem por minhas costas até alcançar meu bumbum. ─ Acorda, dorminhoca. ─ Sinto beijos sendo distribuídos por toda extensão das minhas costas como uma forma de carinho. ─ Hummm está tão bom aqui. ─ Eu sei que está, abelhinha, mas você precisa levantar para que possamos almoçar. ─ Como que para complementar a sua fala, meu estômago ronca de fome no exato momento em que ele co

