Eu olho para ele. Abaixo as minhas mãos sobre os seus ombros nus e pressiono a sua pele. Tenho medo que ele comece a perguntar alguma coisa, mas não pergunta. Ele mesmo sabe tudo perfeitamente bem. Ele me estuda. Carícias. Novamente com os dedos abaixo. Lábios, no pescoço, abaixo... Posso ouvir pelos sons que está molhado. É embaraçoso e doce. E eu ainda quero goz*ar descaradamente. Concentro-me nas sensações, fechando os olhos e me rendendo. Estou perdendo algo importante. Recupero o fôlego na região pubiana. Os meus joelhos estão tremendo. Se não fosse pelas mãos dele, teria apertado dolorosamente as minhas têmporas, caso contrário... Eu me apoio nos cotovelos e olho para baixo com medo real. Ângelo respondeu, sério. — Não Isso mata qualquer desejo de resistir. Não consigo fazer i

