— Alguém definitivamente não vai gostar de você e vai cagar em você. Mas não damos a mínima. Partiremos na sexta-feira. Sua leveza e, até certo ponto, até mesmo sua infantilidade iluminam meus olhos e meu sorriso. Não tenho certeza se realmente não nos importamos, mas parece muito revigorante. O carro fica confortavelmente silencioso. Tomo mais alguns goles do copo. Quero fazer muitas perguntas, mas tenho medo. Estou decidindo por uma. Parece inofensivo, mas ainda faz o meu coração bater mais forte. — Angelo... O meu marido dá luz verde à pergunta com um aceno de cabeça. — Você disse que não existira nós daqui dois anos... Faço uma pausa, que Angelo não se apressa em preencher imediatamente. Provavelmente também é profissional não começar a responder perguntas que ainda não foram feit

