Sinto dois tapinhas leves na minha nádega nua. Eu sei sem palavras o que eles significam. Relaxei após o orgasmo e quase adormeci novamente. — Vamos levantar, Aika. Você será expulsa, e eu serei demitido. Vamos correr para o chuveiro... Ângelo bate palmas novamente, mas eu balanço a cabeça teimosamente. Obedecerei, é claro, mas não consigo lidar com o desejo de fazer m*al. — Eu não serei expulsa, você não será demitido. Vamos dormir... Eu sussurro no pescoço dele. Estico a ponta da língua e toco a sua pele salgada. Imediatamente sinto o seu pê*nis crescendo. Ele sempre me quer. Mesmo depois de terminar, ele imediatamente quer de novo. É uma sensação incrível. Eu não me canso disso. E naquela primeira noite ele foi embora para não desistir e fazer doer ainda mais. Perguntei mais tarde

