Chegamos na pista de decolagem, Ed e Carlos já estavam a nossa espera, um dos meus antigos colegas do exército era que ia para uma missão na mesma rota que precisávamos ir, portanto, concordou em dar uma carona para nós. Entramos no avião de carga, Jesse e eu estavámos acostumado a viajar dessa forma, já Ed e Carlos não, tivemos que ajuda-los a afivelar os cintos e explicar como se segurar. - acha que eles vão sobreviver? - perguntou Jesse rindo e eu ri. - Vão sim, não são agentes de campo, mas sabem se virar. - falei calma e ele me olhou. - quando fazemos trabalhos para agência voamos em voos fantasma, aviões normais e não de carga do exército. - ele assentiu. - Ou seja, seus poucos anos no exército te salvaram! - falou e eu ri. - Digamos sim, mas meu tempo do FBI e agência também. Ma

