CAPÍTULO NOVE O homem gostava de observar as prostitutas. Gostava da forma como se juntavam na esquina e percorriam os passeios, geralmente aos pares. Considerava-as muito mais alegres do que as call girls ou as acompanhantes, propensas a perder as estribeiras mais facilmente. Por exemplo, naquele preciso momento, vira uma a praguejar contra um g***o de rapazes malcriados que haviam tirado uma fotografia sua a partir de um carro. O homem não a censurava. Porque afinal de contas, ela estava ali para trabalhar, não para servir de cenário. Onde está o respeito? Pensou o homem com um sorriso de escárnio. Estes miúdos de hoje em dia. Agora os rapazes riam-se dela e gritavam-lhe obscenidades. Mas não conseguiam estar à altura das suas coloridas réplicas, algumas delas em Espanhol. O homem go

