Júlia Saio dali atordoada. Lucas me cobrando terminar com o Raphael e ele ainda não tinha terminado com aquela magricela platinada. Estou com muita raiva! Olho para confirmar se ele estava vindo atrás de mim, parece que ele ficou lá… Com aquela… As lágrimas caem livremente. Paro de andar e me apoio na parede. As marcas que Raphael deixou começam a doer pelo esforço que fiz caminhado daquele jeito. Ai… Ai… Tá doendo muito. Tiro a minha mochila das costas com muita dificuldade, pois está doendo muito. Abraço o meu corpo e me agacho. Escuto alguém me chamar. — Júlia? O que houve? — Olho pra frente e é a minha amiga Fernanda. — Não é nada. Ai… Eu estou bem… — Levo a minha mão na parede para ajudar a me levantar, mas perco o equilíbrio. Antes que eu caia, Fernanda me abraça. — Claro que

