Depois de todo sermão recebido, me despeço do médico prometendo seguir tudo o que ele prescreveu, sob a ameaça de ter que ir para uma clínica especializada. Sozinha com Aaron, sou obrigada a encara-lo nos olhos, tenho que reconhecer que pisei na bola. — Desculpe pelo modo que agi com você – mas é ele quem dá o primeiro passo, me surpreende, quebrando os longos segundos de silencio. — Eu apenas estava tentando cumprir com meu papel. — Qual papel? De controlador? — Cuidar para que se recupere bem e breve. — Você tem um jeito estranho de fazer isso. — É o jeito que eu sei! – Deixa os braços caírem pela lateral de seu corpo. Ele está exausto, eu sei. — Obrigada... e me desculpe. – Ele conseguiu me deixar

